quarta-feira, novembro 08, 2006


100 MIL OFERTAS DE EMPREGOS E ACÇÕES PROFISSIONAIS SÃO RECUSADAS POR DESEMPREGADOS INCRITOS NOS CENTROS DE EMPREGO


Em declarações ao DN, o presidente do Instituto do Emprego e Formação Profissional, Francisco Madelino, revelou que há cerca de 100 mil ofertas de emprego, ou acções de formação profissional, que são recusadas por ano pelos desempregados inscritos nos centros de emprego

De acordo com as estatísticas de Setembro existem cerca de 290 mil desempregados a receberem subsídio. Mas, o universo global de desempregados inscritos é de quase 450 mil, o que significa que dois terços dos desempregados têm apoio financeiro.
Temos de ter em linha de conta que muitos dos desempregados inscritos não estão a receber subsídio de desemprego, uns porque já esgotaram o período de duração daquela prestação, outros porque estão inscritos apenas para terem acesso a outros benefícios sociais.

Segundo Francisco Madelino confidenciou ao DN “a proporção de desempregados subsidiados em relação ao total de desempregados tenderá a subir ligeiramente" porque, e de acordo com este responsável, à medida que a economia se vai desenvolvendo tende a estar mais formalizada, com um nível menor de trabalho clandestino e as pessoas integradas na economia vão tendo mais direitos". Por outro lado, acrescenta, "a legalização de imigrantes, também aponta nesse sentido".
Segundo as previsões orçamentais, no próximo ano, a despesa com os subsídios de desemprego vai subir 51,3 milhões de euros, ascendendo a 1,9 mil milhões de euros.

Quando um cidadão desempregado, e a receber subsídios estatais, recusa acções de formação profissional ou recusa uma hipótese de trabalho dentro das suas capacidades, só demonstra uma coisa: ele(a) já não é um desempregado mas sim um “profissional do subsídio”.
São este tipo de acções e de comportamentos que têm de ser erradicados. Um “profissional do subsídio” não só rouba a sociedade pagante, como prejudica muitos dos que necessitam, verdadeiramente, de um apoio financeiro momentâneo.
Profissionais do desemprego, e profissionais dos subsídios de reintegração, são escumalha parasita que não passam de figurinhas perniciosas à sociedade.
E, não são eles apenas os culpados. Culpados são, também, todos aqueles que no fundo os apoiam e que permitem estas acções.
È ver muitos políticos da nossa praça nas suas manifestações de apoio a esta gente a quem intitulam de “coitadinhos” e “marginalizados”.
Mas, muitos políticos necessitam deles para engrossar as suas manifestações e para fazer barulho. Isto, os que ainda se dão ao trabalho disso, porque a maioria anda a roçar o rabo pelas esplanadas ou a passear pelos centros comerciais.
Manuel Abrantes

Comentários:
alguns partidos sustentam-se mesmo a conta destes coitadinhos , porque se nao fossem eles ninguem votava neles ! estes coitadinhos que nao querem trabalhar mas sim viver a conta do orçamento , deviam perder os subsidios mais depressa para abrirem a pestana .
 
É esta parasitagem que são os grandes defensores das "amplas liberdades" e do "politicamente correcto".
Eles (os parasitas) são a imagem deste sistema.
 
Sr Barreiro
È este sistema que os cria e que os alimenta.
 
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