quarta-feira, Janeiro 20, 2010



O CASAMENTO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO

Com os votos favoráveis do PS, CDU, PEV e BE, a Assembleia da República aprovou a proposta de Lei do governo para o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
É um assunto melindroso que, por isso, merecia ter sido abordado de uma outra forma. A Assembleia da República tem todo o poder para legislar sobre o assunto. Contudo, pelo seu carisma e melindre na opinião pública deveria ter sido mais debatido e, até, ir a Referendo.
Poderão dizer que, face à pouca participação nos últimos Referendos, não se justificaria tal acto. Cuidado! Em todos os actos eleitorais a participação dos eleitores é, cada vez, menos. Não vá aparecer por aí alguém a querer, também, abolir as eleições pela baixa participação dos eleitores.
Nos dias que correm já tudo é possível. Vinte anos atrás alguém pensaria que em Portugal seria possível a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo?
-Claro que não!

Para alguns o casamento entre pessoas do mesmo sexo é algo normal. Então porque razão não lhe é – por enquanto…- permitido a adopção de crianças?
Talvez porque não seja algo normal…Porque se fosse assim “tão normal” a questão nem se colocava.

Algum pai ou avô ( o meu caso) gostaria de ver o seu filho ou neto entrar-lhe em casa de mão dada com o namoradinho ?
Gostaria de assistir ao casamento entre o seu filho/neto – ou filha/neta – com alguém do mesmo sexo?
-Claro que não!
E o que pensam, no caso semelhante, os deputados que votaram favoravelmente esta proposta de Lei ?

O problema que se coloca com a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo é que isto vai ser incutido à força na sociedade futura como algo normal, de bom tom e muito jet 7.

E, escrevo isto desta forma, porque não acredito que a maioria das pessoas com tendência sexuais para o mesmo sexo concordem com esta estapafúrdia ideia da legalização do casamento.
Acredito que defendam as Uniões de Facto como forma de viverem e partilharem a sua vida com quem queiram e bem entendam. Até porque a sociedade não deve marginalizar ninguém pelas suas tendências sexuais. Mas, não é a oficialização do acto do casamento que irá fazer com que a sociedade passe a aceitar isso como normal. Antes pelo contrário. Vamos assistir a “casamentos” muito mediáticos com meninos e meninas aos beijinhos na boca para “portuga” ver nas revistas ou nos canais televisivos e assim provocar, ainda mais, o choque social.
Na minha opinião – repito: na minha opinião! – isto, só serve para isso.

Pronto! Os lobbies Gays estão de parabéns e podem encomendar as bodas, uma dita esquerda (PS e BE ) ganharam mais uns votos e os comunistas devem prepararem-se para encontrar fortes justificações para, no outro mundo, explicarem isto ao Dr. Álvaro Cunhal.

Manuel Abrantes
J

terça-feira, Janeiro 05, 2010



ANO NOVO
DÍVIDAS E POLÍTICAS VELHAS

Começou ano de 2010. Em termos políticos e económicos o que poderá vir por aí?
A dívida externa continuará num aumento galopante.
Para o leitor(a) menos conhecedor deste assuntos, a Dívida Externa é o somatório dos empréstimos contraídos no exterior pelo próprio Estado, por outras instituições públicas e privadas e pelos financiamentos do sector da banca.
No final do primeiro semestre de 2008 a dívida externa total portuguesa atingia o valor máximo de sempre, 344 mil milhões de euros (aproximadamente o dobro do PIB nacional), ou seja 200% do PIB (Produto Interno Bruto). Para mais facilmente se perceber este montante absurdo basta pensar que, mantendo os mesmos níveis de produção, todos os portugueses teriam, em teoria, que trabalhar dois anos sem ganhar vencimento para poderem pagar a dívida externa do país. E estamos a falar, só, em 2008…

Já em Fevereiro do ano passado o Presidente da CIP (Confederação da Indústria Portuguesa), Francisco Van Zeller, denunciou que estamos a endividar-nos em dois milhões de euros por hora. Já lá vai quase um ano e ninguém – nem o Governo - contestou esta análise do Presidente da CIP.
Só não estamos arruinados e com o martelo pesado (ainda mais) do Fundo Monetário Internacional (FMI), porque estamos inseridos na União Europeia e temos e Euro como moeda.
Só por isso…

Outro aumento galopante é o desemprego. Segundo dados oficiais já ultrapassamos o meio milhão de desempregados, mas a realidade é bem diferente. Calculo que nos aproximemos de um milhão. Ou seja: em cada dez portuguesa um está sem emprego ou com precariedade de trabalho. E o problema é que a tendência é para subir ainda mais.

Outro assunto que virá aos temas Nacionais é a questão do défice.
A Comissão Europeia divulgou as suas Previsões que apontam para uma deterioração do défice orçamental português de 2,6 por cento do PIB, em 2008, para 8,0 por cento, em 2009 e em 2010, subindo para os 8,7 por cento em 2011.
Isto só quer dizer que iremos, mais uma vez, ser sobrecarregados com sacrifícios para a estabilização do mesmo.

Outro tema para 2010 é a questão da estabilidade governativa.
Tudo leva a crer que o governo do senhor Sócrates não consegue governar em minoria relativa. E digo governo do “senhor Sócrates”, porque governar em minoria sempre foi algo que os socialistas souberam fazer. Desde Mário Soares a Guterres, os socialistas sempre encontraram formas de governar e de encontrar consensos. Contudo, este novo “PS” da arrogância e dos esquemas mediáticos apenas se preocupa com a sua imagem de forma a aparecer como vítima perante a opinião pública. Tudo isto com um único objectivo: provocar novas eleições e tentar uma nova maioria absoluta de forma a governar como gosta. Ou seja: - Quero, posso e mando.

São estas – infelizmente – as minhas previsões para 2010.
Manuel Abrantes

quarta-feira, Dezembro 23, 2009




BOAS FESTAS E FELIZ NATAL

È o que vos deseja o autor deste blogue.
Que este período nos sirva para o aproximar das famílias .
Que este período nos sirva para meditar sobre a importância da família
Que este período nos sirva para reforçar os laços familiares

Bom Natal

Manuel Abrantes

quinta-feira, Dezembro 17, 2009



UMA MACHADADA NA FAMÍLIA TRADICIONAL

Nota: a foto choca. Não choca?
Pois habituem-se que isto passou a ser o símbolo desta sociedade podre, caduca e aberrante.
E viva a esquerda socialista/comunista

O governo socialista do senhor Sócrates aprovou a proposta de lei sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Os socialistas tinham esta proposta no seu programa eleitoral mas, durante toda a campanha, andaram a esconde-lo.
Nunca, declaradamente, apresentaram ao eleitorado a sua proposta. Tiveram medo de perder votos.
E não só tiveram medo de perder votos como o tiveram no próprio seio socialista. Muitos militantes não concordam com esta posição e rejeitam, por completo, tal atitude.
Silenciosamente o governo do senhor Sócrates impôs à sociedade a aberração do casamento oficial de meninos com meninos e de meninas com meninas.

È a aberração completa de uma sociedade podre, caduca e sem sentido.
O que é que vem a seguir?
O casamento oficial entre pessoas e os seus animais de estimação?
Claro que isto é absurdo e ridículo. Mas, há anos atrás, alguém pensaria no casamento entre pessoas do mesmo sexo sem ser, também, como uma coisa ridícula e absurda ?
Ele, aí está!.
Manuel Abrantes

sábado, Dezembro 05, 2009



CONVERSA
EM FORMA DE DESABAFO

Há já algum tempo que não escrevo directamente para os Nacionalistas.
Entendo que está na altura de o fazer.

Vivemos momentos conturbados em termos económicos, com a agravante do sistema politico vigente ter entrado numa espiral de descrédito público.
São as escutas é a corrupção – enfim – é uma panóplia de casos que nada dignificam o sistema politico.
E não é só o sistema em causa, é a própria classe politica que, também, caiu no descrédito.

Se, perante todo este cenário, o pensamento politico Nacionalista não consegue implantar-se, algo está mal nos defensores desta linha de pensamento politico.
Também, aqui, o erro não está nas populações mas nos políticos.

Na minha opinião o problema reside no facto de ninguém desta área ter, ainda, definido claramente o que é o pensamento Nacionalista.

Todas as pessoas com que falo, e que até tenho trabalhado politicamente, mas que não se assumem como sendo politicamente Nacionalistas, também me dizem que são defensores da Nação e que por isso, também eles, são Nacionalistas.
Defendem a Nação como eu defendo. Podemos ter divergências de ordem estratégica ou, até, de fraseologia, mas não deixamos de assumir a nacionalidade como factor perseverante.

O problema é que grande parte dos que se assumem como Nacionalistas são saudosistas de sistemas políticos que já não se coadunam com os dias de hoje. Por exemplo: não são, meramente, contra a forma de gestão do actual sistema Democrático, são contra a própria Democracia.
Pessoalmente, sempre me assumi como Nacionalista sem deixar de defender a Democracia como o melhor sistema para os dias que correm. Isto, até “inventarem” outro (sistema politico) melhor…

Gostem, ou não, alguns ditos nacionalistas, nenhum sistema ditatorial tem o apoio das populações. Esta é que é a verdade. E, enquanto não perceberem isso, não passam de grupinhos desgarrados sem qualquer futuro.

E o problema, é que o Nacionalismo está conotado com esse tipo de gente. Por isso, não existe expressão pública sobre as linhas assumidamente Nacionalistas.
Esta é que é a verdade, mesmo que ela doa.


O PNR – único partido que se assume como Nacionalista – tem militantes activos. Tem!
Mas onde é que estão os quadros ?
Não há quadros, não há propostas de alternativas politicas nos diversos sectores da vida nacional.
Não basta dizer que isto está mal. Isso, todos nós o sabemos.
Onde é que estão as propostas para – por exemplo – uma nova Lei da Imigração?
Não há!

E, porque é que não tem quadros para propor novas leis, novo sistemas financeiros, etc, etc ?
Provavelmente, porque os possíveis quadros com formação e competências para esses sectores têm vergonha – sim: vergonha! - de se filiarem num partido com as conotações como tem o PNR.
Pensam que não há economistas, juristas, técnicos agrários, etc, etc, que não se sentem atraídos pelo pensamento assumidamente Nacionalista ?
- Há. Podem crer.
Não acreditam é no partido, nem se querem ver colados à imagem que ele tem.

E isto não se passa só com pessoas com formação académica, passa-se com o cidadão comum.

Pensem nisto.
Manuel Abrantes

domingo, Novembro 29, 2009




NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
OUTRAS VOZES SE LEVANTAM


No Parlamento a oposição aplicou um correctivo às prepotências politicas do governo. O governo do senhor Sócrates parece que ainda não percebeu que está a governar sem maioria absoluta.
Foi aprovado com os votos de toda a oposição o projecto de lei do CDS/PP para adiar para Janeiro de 2011 a entrada em vigor do famigerado Código Contributivo.
Quem não gostou nada disto foi o senhor Ministro da Finanças , Teixeira dos Santos, que afirmou à imprensa que isto representa uma perca de mais de um milhão de euros.
Só ainda não explicou - por exemplo - quem vai tapar o buraco financeiro do BPN em mais de 2.000 milhões de euros.

Foi também aprovada outra proposta do CDS/PP para reduzir o pagamento por conta (PEC) e suspender a sua vigência. Obteve os votos favoráveis do CDS, PCP, PEV e do PSD , tendo contado com a abstenção do BE e os votos contra do PS.
O senhor ministro da Finanças também não gostou e disse que isto representaria uma perca de 450 milhões de euros.
Só se “esqueceu” de dizer que o PEC não é um imposto directo mas sim um adiantamento. Algo que o contribuinte (individual ou empresarial) financia – sem juros!! ! – as finanças governativas.

Outra proposta aprovada, também vinda do CDS, é o reembolso do IVA em 30 dias e o pagamento de juros de mora pelo Estado pelo atraso no cumprimento de “qualquer obrigação pecuniária”.
O senhor ministro da Finanças também não gostou nada disto porque defende que, quem se atrasa a pagar ao Estado tem de pagar juros (e de que maneira), mas o Estado não tem de pagar esses mesmo juros quando se atrasa ( é sempre e de que maneira…) quando deve ao contribuinte ou aos fornecedores.

E veja o leitor(a) , um fornecedor do Estado tem de pagar o IVA sobre qualquer factura ao Estado mesmo que este não lhe pague ou que lhe só lhe venha a pagar quando lhe der jeito. O Estado não vai pagar juros sobre o atraso, mas, se o fornecedor se atrasar a pagar o IVA sobre a factura que não recebeu leva logo com juros e entra em cobrança coerciva. Arranja um “sarilho” de todo o tamanho.

Para o ministro Teixeira dos Santos tudo isto coloca em causa a recuperação do défice.
Lá voltamos ao mesmo.
Há quatro anos atrás aumentaram o IVA e sobrecarregaram-nos com impostos para a recuperação do défice. Com o nosso sacrifício conseguiu-se mantê-lo nos 3,.6 % nos primeiros tempos. Hoje, já estamos acima dos 8%.
Valeu a pena tanto estrangulamento financeiro às bolsas dos portugueses ?

Quem também não gostou nada disto foi o senhor Sócrates. Diz que o governo não governa com os programas das oposições.
Pois não… Também as oposições não são obrigadas a aceitar o programa do governo e a sua governação.
Manuel Abrantes

segunda-feira, Novembro 23, 2009



O ENSINO QUE TEMOS
E O ENSINO NECESSÁRIO


A Avaliação do Desempenho dos Professores tem causado “quilómetros” de linhas escritas na comunicação social, horas e horas nos canais televisivos e debates sucessivos na Assembleia da República.
Perante isto, parece que o problema no nosso Ensino resume -se à questão da avaliação dos professores.

O tema das avaliações é um a questão profissional, que só diz respeito à classe profissional.
Avaliações de desempenho existem em muitas empresas – deviam existir em todas …- e, que eu saiba, ninguém do poder politico, ou da comunicação social , debruçou-se sobre elas.

Esta questão da avaliação dos professores teve o seu ponto de partida, como assunto Nacional, após a manifestação, em Lisboa, com a presença de mais de cem mil professores.
Afinal, continua a ser a rua o ponto de partida para as “grandes” questões Nacionais.
Quem tem capacidade de mobilização consegue levar as suas “reivindicações” para a ribalta Nacional
Contudo, parece que ninguém está interessado em discutir os verdadeiros problemas do Ensino.


Mas, vamos lá falar sobre o que interessa e levar a avaliação dos professores para um patamar que diga respeito a todos mas, muito particularmente, à classe.

Como cidadão penso :

Muitos dos alunos não têm respeito pelos professores nem pela Escola que frequentam. Os professores não sabem – ou não podem – impor esse mesmo respeito.
As “amplas liberdades” – que eu concordo, mas com responsabilidades -incutiram no Ensino uma panóplia de direitos aos alunos, “esquecendo-se” de impor, simultaneamente, a panóplia dos deveres.

Mas há mais:

Os pais não estão longe de culpas. Assistimos, quase diariamente, a manifestações dos pais contra o funcionamento das escolas.
Não os vemos protestar contra os métodos e eficácia do Ensino. Assistimos, sim, aos protestos pela falta de funcionários ou pelas más instalações.
Para a maioria dos pais de hoje as escolas não passam de locais onde se deixa os filhos para que não andem ao abandono durante o dia.

É, este, é o Ensino que temos. Um Ensino virado para as estatísticas, que não visa a formação moral e académica dos alunos, onde todos os seus intervenientes não passam de números para compor o ramalhete dos mesmos.
Para os governos não interessa que a nossa juventude tenha uma verdadeira formação académica, moral e dos princípios básico do respeito que os preparem para a vida. O que interessa são as estatísticas para mostrar aos “patrões” de Bruxelas que temos uma juventude com o 9º ou 12º ano de ensino.
Isto, mesmo que não saibam nada de nada. O que interessa é ter o canudo e contar para as estatísticas.
A avaliação ( ou não) dos professores vai resolver tudo isto?
Penso que não…
Manuel Abrantes

domingo, Novembro 15, 2009



AS ESCUTAS A SÓCRATES

Segundo informações confirmadas pelo procurador-geral da República, o primeiro-ministro, José Sócrates, apareceu nas escutas a Armando Vara no âmbito do processo Face Oculta, que investiga alegados casos de corrupção e outros crimes económicos relacionados com empresas do sector empresarial do Estado e empresas privadas.
O processo Face Oculta conta com 15 arguidos, incluindo o presidente da REN-Redes Eléctricas Nacionais, José Penedos, e Armando Vara, que suspendeu as suas funções de vice-presidente do Millenium/BCP

Há aqui duas ilações a tirar:
- Ou José Sócrates tem andado a ser escutado ou foi “apanhado” nas escutas ao seu amigo e companheiro de partido, Armando Vara.
No primeiro caso é uma situação grave, colocando em causa a imunidade das altas figuras da governação. Já tivemos caso semelhante com o então Presidente da República, Jorge Sampaio.
No segundo caso é um processo normal e dentro das normas.

Contudo, há algo que fica bem claro: - Sócrates mentiu no Parlamento quando disse que desconhecia o negócio da compra da TVI pela PT.
Afinal trocou impressões – e sabe-se lá que mais… - com o seu amigo e companheiro Armando Vara..

Segundo escreve “O Sol”, nas conversas entre Sócrates e Vara são também referidas manobras para financiar a campanha eleitoral do PS para as últimas legislativas e para ajudar a salvar o grupo empresarial de Joaquim Oliveira.

O Jornal acrescenta:
Numa dessas conversas, Sócrates pede ao seu amigo e correligionário, e vice-presidente da BCP, dinheiro para as despesas dos cartazes e panfletos que foram distribuídos pelos socialistas nas legislativas (a mais cara campanha de sempre, orçada em 5,5 milhões de euros).

Bem! Mas na minha opinião tudo isto não passa, e mais uma vez, de um grande imbróglio que se irá desfazer no tempo e cair no esquecimento.
È sempre assim…
Manuel Abrantes

sábado, Novembro 07, 2009



UM ESCLARECIMENTO

Como os leitores(as) notaram este blogue esteve mais de uma semana parado.
Não foram afazeres profissionais. Foram afazeres políticos.
Não tendo sido eleito para a Assembleia de Freguesia do Pinhal Novo – como independente nas listas do CDS/PP – os companheiros desta jornada de luta politica contra o poder – absoluto! - comunista no Concelho de Palmela, não quiseram deixar de possuir a minha colaboração na elaboração dos diversos projectos que se apresentarão como alternativa à maioria absoluta comunista assim como à oposição do “bota-abaixismo” socialista.

O CDS/PP conseguiu, e pela primeira vez neste Concelho – eleger dois deputados municipais e um representante na Junta de Freguesia de Palmela e outro na Quinta do Anjo.
Não elegeu um vereador por uns “míseros” 40 votos.

Muito trabalho há pela frente neste Concelho. Não podemos esquecer-nos que é aqui, bem perto, que irá ser construído o novo aeroporto, assim como o Pólo Logístico do Poceirão tal como o ponto mais importante para o TGV. Estes últimos, no Concelho de Palmela.

Pinhal Novo – freguesia maioritária ( em número de habitantes) neste Concelho - irá possuir novo impulso populacional e um novo crescimento que se quer controlado e programado.

È este grupo de companheiros – CDS e independentes – que se propõem apresentar projectos credíveis e constituir uma corrente de opinião que leve todo o Concelho a enfrentar os desafios de amanhã.

Um trabalho politico que tem de ser feito no terreno e junto das populações.
È este o verdadeiro, e único, trabalho credível.
È uma vasta equipa de gente com valor e com créditos firmados na opinião pública.
Aqui, neste grupo de trabalho, não se pergunta. “quem foste”. Pergunta-se: “quem és e o que queres para o teu Concelho”.
Um grupo de gente com valor que quer o melhor para a sua terra e o melhor para a sua Pátria.

È uma pequena explicação por este interregno “bloguista” mas que vou fazer todos os possíveis para manter o ritmo a que os leitores(as) se habituaram.
Manuel Abrantes

quarta-feira, Outubro 28, 2009



O RENDIMENTO SOCIAL DE INSERÇÃO

15,3 por cento é o aumento do numero de pessoas a receber o Rendimento Social de Inserção até Setembro. Isto, face a igual período do ano passado.
Segundo dados oficiais, até Setembro ùltimo, existiam 148,377 pessoas a receber esta prestação.
De acordo com os dados da Segurança Social, cerca de 40 por cento das famílias beneficiárias (60.898) não apresentam qualquer tipo de rendimento.
Isto quer dizer: ninguém trabalha lá em casa.

Também cerca de 40 por cento dos beneficiários (144.504) têm menos de 18 anos, enquanto 2,5 por cento (9.528) têm 65 ou mais anos.
Ainda, e segundo dados oficiais, o maior número de beneficiários situava-se no distrito do Porto (126.958), seguido de Lisboa (63.845) e Setúbal (24.848).


O problema não está neste tipo de subsidio ( ou o que lhe queiram chamar). Está na sua forma e no tipo de pessoas que o usufruem.
Podemos ver a disparidade dos números (oficiais: repito) entre os beneficiários com menos de dezoito anos e os com mais de 65 anos. È uma diferença entre 2,5 por cento para 40 por cento.
Isto quer dizer que, praticamente, metade dos beneficiários situam-se na casa dos dezoito anos de idade.
Eu sei que é difícil arranjar trabalho. Mas um jovem com dezoito anos não consegue arranjar um meio de vida, pelo menos, para o seu sustento ?

E também podemos ver onde estão situados esses beneficiários. A esmagadora maioria no Porto, Lisboa e Setúbal.
Não tenhamos dúvidas, o RSI é importante e necessário. Mas não para sustentar o ócio de alguns, ou a “xica-espertiçe” de outros.
Estes números falam por si.
Não é necessário fazer mais comentários
Manuel Abrantes

domingo, Outubro 25, 2009



UM NOVO/VELHO GOVERNO SOCIALISTA

José Sócrates apresentou o seu “novo” governo. Algumas caras novas mas a linha dura socrateana continua. E, isto, só quer dizer uma coisa: as politicas vão ficar todas na mesma.
Não é difícil governar em minoria parlamentar. Isto é uma verdade, já com experiências com alguma positividade. Contudo, com Sócrates e a sua linha dura não acredito, nem prevejo, grande sucesso.
As manobras politicas sujas vão continuar. Senão vejamos:
José Sócrates convocou todos os partidos com assento parlamentar propondo-lhes uma coligação.
Bem! Então um partido de governo está disposto a qualquer tipo de coligação ?
Não tem uma politica de princípios em que qualquer coligação só é possível com outro alguém com os mesmos princípios ?
È preciso é manter o governo e governar como quiser. Todo o resto não conta.
Este governo socialista começa assim. È preciso governar a qualquer custo.
Por aqui podemos tirar as ilações necessárias: Sócrates quer governar e não interessa como nem com quem.
No fundo o que Sócrates pretende – e vai faze-lo – é criar as condições para se vitimar aos olhos do eleitorado a criar as condições necessárias para novas eleições e assim tentar uma nova maioria absoluta.
Sócrates e a sua linha dura não sabem governar em dialogo. Só conhecem o poder do “quero posso e mando”.
Eu gostaria de estar enganado mas, infelizmente, não estou.
Manuel Abrantes

segunda-feira, Outubro 19, 2009




Os disparates de Saramago

PERDOA-LHE PAI
PORQUE ELE NÃO SABE O QUE DIZ.

E mais não acrescento….
Manuel Abrantes

domingo, Outubro 18, 2009



A QUESTÃO DO VOTO ÙTIL

É uma polémica que se levanta em todos os actos eleitorais, especialmente vinda dos chamados pequenos partido.
Contudo, este efeito não se repercute apenas nos pequenos partidos. No último acto eleitoral para as Legislativas ficou bem patente pelos resultados que o eleitorado não quis dar a maioria absoluta ao PS, reforçando a votação quer no partido mais à esquerda (BE) quer no mais à direita (CDS/PP).
E, isto, não foi por acaso. O leitorado entendeu que o reforço nos partidos mais acutilantes nas suas posições políticas era a solução para o equilíbrio no Parlamento.
E teve razão. Hoje, o Parlamento está mais equilibrado e nenhum partido se pode arrogar do absolutismo político.

Hoje, para se governar é necessário ter capacidade de diálogo. O Governo socialista só não conseguirá governar se não tiver capacidade para dialogar, respeitando – o que não fez na anterior legislatura – as opiniões e propostas da oposição.
E isto ficou bem patente em muitas propostas do CDS/PP, e até do PCP, as quais Sócrates as acusou de “demagogia politica “ e de “irrealistas” tendo, mais tarde, vindo a coloca-las em prática reivindicando-as como sendo suas.
São as manobras politicas que, agora, com a distribuição no Parlamento, ficam impossibilitadas de aplicação prática.
O eleitorado percebeu isso.

Quanto aos chamados pequenos partidos. Muito se queixam do eleitorado os colocar à margem por aplicação do voto útil.
O “problema” não está nos eleitores. O “problema” está nesses mesmos pequenos partidos que não conseguem incutir no eleitorado que se identifica com os seus princípios a credibilidade necessário para que cada voto se traduza em voz activa na politica Nacional.
O eleitorado quando vota fá-lo para que a sua voz chegue às instâncias do poder.
Então, o “problema” não reside – nem podia… - nos eleitores. O “problema”reside na incapacidade politica desses mesmos partidos.
Cabe a cada um desses pequenos partidos sair dessa situação e impor-se na politica Nacional. São eles que têm de encontrar as soluções estratégicas para se imporem e fazer ouvir a suas opiniões e soluções.
O problema é que, esses mesmos partidos, normalmente, têm opiniões mas não apresentam soluções. Criticam muito mas não apresentam alternativas. Apenas se limitam a criticar .
E o que está mal – isso – toda a gente sabe. O que nem todos sabem é apresentar alternativas e soluções para a resolução dos problemas.
È esta a diferença.
Manuel Abrantes

segunda-feira, Outubro 12, 2009



RESULTADOS AUTÁRQUICAS PALMELA


Mais uma vez, no concelho de Palmela, a CDU venceu com maioria absoluta. Dos sete mandatos para a Câmara meteu cinco (Presidente + 4 vereadores) e o PS dois.
O PSD perdeu o seu vereador fruto da enorme subida do CDS/PP.
O CDS/PP, que nas ùltimas eleições apenas tinha conseguido 1,34 % do eleitorado à Câmara passou, agora, a ser a terceira força politica mais votada no concelho com 9,76 %. e à frente do PSD.
Pela primeira vez conseguiu eleger autarcas em Palmela. Dois deputados municipais e representantes nas freguesias de Palmela e Quinta do Anjo.
O CDS/PP passou a ter voz (mais do que uma) nos destinos autárquicos desta região.
È certo que esta vitória eleitoral do CDS/PP muito se deve à figura carismática de Otávio Machado. Não conseguiu (por muitos poucos votos) ser eleito vereador, mas conseguiu por o CDS/PP no mapa politico em Palmela.
Isso conseguiu!
As listas do CDS/PP conseguiram outra coisa: - Juntar no mesmo objectivo gente de diferentes quadrantes da chamada direita.
Foi o meu caso pessoal que não sou de esquerda nem de direita mas sim: Nacionalista.
E não vou deixar de me intitular como isso.

Num concelho dominado por internacionalistas comunistas há mais de trinta anos uma (???) voz Nacionalista tem muito trabalho pela frente.
E eu quero encabeçar essa luta.
Manuel Abrantes

quinta-feira, Outubro 08, 2009



AS AUTÁRQUICAS EM PALMELA


Com a aproximação das Eleições Autárquicas não podia deixar de fazer um apelo ao Voto.
Cada município e cada freguesia são situações diferentes.
Nas autárquicas o voto é canalizado para pessoas que conhecemos de perto e que, muitas vezes, convivemos.

No caso do Concelho de Palmela não tive relutância nenhuma em aceitar o convite do CDS/PP de ingressar a sua lista à Freguesia do Pinhal Novo e à Assembleia Municipal.

Fi-lo com consciência. E fi-lo por três razões:
-A primeira por reconhecer que, nos últimos tempos, o CDS/PP tem apresentado soluções e criticas coniventes com as ideias que sigo.

-A segunda pelo apreço que nutro pelo cabeça de lista à Junta de Freguesia do Pinhal Novo, Dr Madeira Amorim.
Homem de forte empenho de militância politica e grande conhecedor dos problemas desta freguesia.

- A Terceira pelo mesmo apreço que nutro pelo candidato à presidência da Câmara, Octávio Machado, pelo excelente trabalho que realizou à frente do pelouro da Saúde.

Por tudo isto o meu apelo ao voto em Palmela no CDS/PP

Manuel Abrantes

sábado, Outubro 03, 2009



JÁ ESTÃO A “FAZER A CAMA” AO CAVACO

Depois da intervenção pública do Presidente da República sobre as hipotéticas escutas, os analistas do sistema aproveitaram o “desaire” e já estão a “fazer a cama” ao actual Presidente. Isto, caso ele entenda candidatar-se a novo mandato.
Pessoalmente, posso dizer que tenho muitas dúvidas sobre uma hipotética recandidatura do professor Cavaco Silva.

Quem acompanha a vida politica e tem paciência para ouvir e ler o que dizem e escrevem os comentadores do sistema, pode constatar que já se iniciou uma campanha jornalística para “diabolizar” Cavaco Silva de forma a que este recuse uma nova candidatura.
È a Maçonaria no seu melhor. Cavaco Silva não representa os seus interesses na destruição da sociedade tradicional.
Cavaco é um patriota, defensor da moral e da família tradicional. E, isto, são “coisinhas” que nada interessam a essa gente.

O problema é quem vão apresentar.
Claro! Ninguém melhor – para eles, claro – que Jorge Sampaio.
Deu provas na defesa dos interesses do poder socialista, que é o mesmo que dizer da Maçonaria.
Como presidente aceitou muito bem a saída de Durão Barroso para Bruxelas. Na altura não lhe convinha convocar eleições devido aos inúmeros problemas à volta do seu PS, com o envolvimento de alguns dos seus dirigentes no “caso Casa Pia” .
Isto, também, quando o PS era chefiado por Ferro Rodrigues. O PS não estava em condições de ir a votos.

Aceitou o governo de MAIORIA ABSOLUTA de Pedro Santana Lopes e destitui-o quando já tinha a casa arrumada no seu PS .
Ainda hoje estão por explicar quais os argumentos para a destituição de um governo que tinha o apoio d e uma maioria Parlamentar.
Isto é que foi um presidente.
Não foi ?

Só que agora aos socialistas levanta-se um problema (já velho…) : Manuel Alegre
Se for candidato do PS – o que eu não acredito – jamais terá o apoio declarado do BE ou da PCP. Só terá sucesso se for candidato independente. E ele sabe disso.
Por isso, para os socialistas, nada melhor do que um candidato que já foi presidente.
Mas lembrem-se da caso “Mário Soares”.

Por todos estes factores ao PS só lhe resta a esperança que Cavaco não se recandidate.
Dentro disso, nada melhor do que iniciar, desde já, uma campanha para a difamação politica de Cavaco Silva.
Para os analistas do sistema, Cavaco Silva, a partir de agora vai ser o culpado de tudo e de todos os males. Tudo o que correr mal vai ser culpa de Belém.
Em S. Bento vai estar um “santinho” que só quer servir o País, mas que não o deixam fazer o que quer.
Não estou a fazer futurologia. Estou a ser realista..
Aguardemos o desenrolar desta telenovela.
Manuel Abrantes

quarta-feira, Setembro 30, 2009



A COMUNICAÇÃO DO PRESIDENTE


O Presidente da República acusou os socialistas de o tentarem colar ao PSD na ùltima campanha eleitoral para as Legislativas.
O Presidente tem suspeitas sobre a invulnerabilidade do sistema informático da Presidência da República.
Foram estas as declarações ao País, efectuadas ontem.

O chamado “tabu” do Presidente sobre as “escutas” terminou ontem – depois das eleições Legislativas - tal como Cavaco Silva anunciou.

Sobre o timing da comunicação , na minha opinião, só peca por tardia. Não o deveria ter feito agora mas à muito tempo atrás. Isto, seguindo a estratégia do Presidente em pretender vir a público sobre o assunto.
Estratégia que, pessoalmente, tenho muitas dúvidas sobre a sua pertinência.

Aliás, uma comunicação ao País deste teor é desnecessária e só deixa dúvidas nas mentes das populações.
Uma comunicação ao País por parte do Órgão Supremo da Nação não merece assuntos deste teor.
Este tipo de assuntos deve ser discutido entre os intervenientes nos locais próprios.
Que eu saiba o Presidente não chamou ninguém do Governo – especialmente o primeiro-ministro – para expor as suas dúvidas e obter os esclarecimentos necessários.

Se a Presidência tem, ou não, vulnerabilidades no seu sistema informático, isto é um assunto técnico e não motivo de uma comunicação ao País.

O Presidente pode ter muitas razões, mas vir ao País expô-las desta forma, entendo, que é desnecessária e surrealista.
Cavaco Silva que me desculpe mas , desta vez, não estou solidário com as suas estratégias.
Estive no caso dos “Estatutos dos Açores” pela gravidade – como se veio a provar juridicamente – das suas preocupações.
Ao contrário da maioria dos analistas, Cavaco Silva teve toda a pertinência em denunciar ao País as incoerências desses Estatutos.

Está assim aberta mais uma clivagem entre órgãos de soberania.
Só espero que isto não sirva para “vitimizar” os socialistas aos olhos das populações e abrir caminho ao futuro governo minoritária para alegar não ter condições de governação e abrir o jogo para novas eleições.
Nestas condições podemos ter a certeza que iremos ter Sócrates para mais quatro anos de maioria absoluta.
Manuel Abrates

terça-feira, Setembro 29, 2009



FUTURO, ESPERNÇA E TOLERÂNCIA

Vamos lá:
A ilação que se pode retirar destas eleições é que o pensamento Nacionalista existe. No subconsciente de cada um - é certo. Mas existe!
E, quando se fala em pensamento Nacionalista, é o mesmo que falar em temas como a defesa Nacional, a segurança dos cidadãos a questão da imigração descontrolada o abuso do intitulado Rendimento Mínimo e outras questões que a maioria do políticos não quer aflorar.
Estas são as questões práticas; são questões do dia a dia.
Contudo, para o Nacionalismo existem questões de fundo. Ou sejam: os valores Pátrios, a moral cristã e a família como base social.
São os pilares de base da politica Nacionalista.
Quantos cidadãos não apoiam estes princípios ?
Provavelmente a maioria.

O problema reside no facto de ainda não lhe ter chegado esta mensagem de forma clara e com rostos credíveis.
E, mesmo assim, não vai ser de “um dia para o outro”. Vai levar anos.
Mas isto não se consegue com mensagens que colidam com os sentimentos dos cidadãos, por mais razão que exista nelas. As mensagens têm de ser claras e aplicadas no timing certo e no locar certo.

Qualquer partido que se assuma como Nacionalista não pode viver contra tudo e contra todos. Não pode viver num “buraco” politico como se fosse uma fera enjaulada.
Um partido nacionalista não pode – não deve….- criar em seu redor uma imagem de radicalismo e de ódios. E mais: não pode ser imagem de passados políticos que nada têm a ver com o momento actual.

E, ainda, mais : o Nacionalismo de futuro não pode ser conotado com regimes de partido único. Ninguém, nos dias de hoje, aceita isso.
Eu defendi o Estado Novo no seu tempo mas não aceito esse tipo de regime para os dias de hoje. O Estado Novo dever ser estudado e reflectido, mas não serve de dogma para os dias que correm.

O Nacionalismo é futuro.


O Nacionalismo tem de se pautar por uma mensagem de futuro, de esperança e – acima de tudo – de tolerância. E enquanto os Nacionalista não souberem passar esta imagem não vão a lado nenhum.
Eu acredito que ainda é possível alcançar esses objectivos.

FUTURO, ESPERANÇA E TOLERÂNCIA

Manuel Abrantes

segunda-feira, Setembro 28, 2009



QUANDO O VENCEDOR É TAMBÉM O DERROTADO

O PS ganhou as eleições para as Legislativas com 36 por cento dos votos. Contudo, perde a maioria absoluta passando dos 45 % (2005) para os 36 % do eleitorado. Isto representa uma perca de mais de meio milhão de eleitores.
È uma vitória com sabor amargo, até porque terá de governar na base de acordos com os partidos da oposição. Isto não será fácil para Sócrates que granjeou, pela sua arrogância e prepotência, anti-corpos com todos os lideres da oposição.
Sócrates pensava que seria um eterno rei e senhor da politica portuguesa.
Com Sócrates à frente os socialistas não vão ter a vida facilitada na sua governação.
Com outro, isto seria possível como o foi no governo de Guterres ou com Mário Soares.
Vai ser uma legislatura muito complicada para as bandas socialistas.

Um dos grande vencedores da noite eleitoral foi Paulo Portas que viu o CDS/PP passar a barreira dos 10% ( 21 deputados) e conquistar a terceira posição no espectro politico.
O Bloco de Esquerda foi outro dos grandes vencedores. Ultrapassou a CDU e possui, agora, 16 deputados. Era uma subida esperada onde as sondagens sempre lhe deram indícios de que seria a terceira força politica em Portugal. Mas não foi.
Isto, mesmo com a comunicação social a leva-lo ao colo


Na minha opinião o grande vencedor da noite foi Paulo Portas e o CDS/PP. Do partido do táxi (4 deputado) – sua queda máxima – passou, agora com Paulo Portas à cabeça, a ser a terceira força politica.
Paulo Portas bateu-se nestas eleições em três pontos fundamentai: Segurança, Lei da Imigração e a questão do Rendimento Mínimo.
São temas que os Nacionalistas, também, fazem “cavalo de Batalha”.
Portas, sem falar em Nacionalismo ( não é nem nunca será), bateu nas teclas exactas. Pescou nas àguas nacionalistas e atirou para as “calendas gregas” qualquer tentativa de crescimento de partidos assumidamente Nacionalistas.
Indiscutivelmente, Portas aglutinou o descontentamento de muitos portugueses nesses temas e consegui o tal voto útil.
Para isso não teve medo de ser acusado ( como o foi…) de racismo social.
Não tenho dúvidas que a força Nacionalista – que continua a não sabemos quantificar – foi canalizada para o CDS/PP.
Voto útil, ou não, daqueles que poderiam engrandecer qualquer projecto assumidamente Nacionalista foram para o CDS/PP.



Agora vamos ao PNR.
Bem, se os 13.214 votos ( 0.37%) nas ùltimas Europeias não foram o um bom resultado não sei o que direi dos 11.614 (0.21%) conseguidos agora.
Isto quer dizer que perdeu eleitores.
E perdeu. Foram, mais uma vez e em maior número, para o CDS/PP
Isto já tinha acontecido nas Europeias. Aliás, reconhecido pela seu cabeça de Lista, Dr. Humberto Nuno de Oliveira.
Mas daqui podemos retirar uma grande ilação. O eleitorado que poderá votar Nacionalista existe.
Existe e é real.
O Portas que o diga…
Manuel Abrantes

sexta-feira, Setembro 25, 2009




O DIREITO DE VOTO
VAMOS A VOTOS

Vamos entrar no intitulado período de reflexão (Sábado). No Domingo todo o cidadão consciente deve exercer o seu direito: - O direito de votar.
A abstenção não conduz a nada a não ser favorecer o partido vencedor.
Abster-se não é uma forma politica de protesto. Com esta forma ninguém protesta contra nada a não ser contra ele próprio.
Pode, e há, quem não queira dar o seu voto a nenhum partido concorrente. Há uma forma: - O voto nulo.
Este sim, pode ser traduzido e contabilizado como um voto de protesto e de desalento pela politica partidária actual.
Mas, atenção: nunca o voto em branco.

Contudo, que fique bem claro, não estou a apelar ao voto nulo. Não!!!
Entendo, e devo aconselhar, o voto no partido que a consciência de cada um aponte para o mais credível na execução das suas promessas eleitorais.
O partido (pessoas) que mais se aproximem das aspirações de cada um de nós e que nos ofereça, pelo menos, o mínimo da nossa confiança.
Cada um que escolha o que entender.
Mas que cada um de nós exerça o direito de voto
Até Domingo depois das eleições.
Manuel Abrantes

quarta-feira, Setembro 23, 2009



A QUESTÃO DO VOTO DOS NACIONALISTAS

Pela celeuma que deu a peça anterior, tenho de voltar ao assunto. Até porque as eleições Legislativas estão a poucos dias.
Não aconselhei o voto no PNR mas também não o desaconselhei.
Aliás, nem tenho de aconselhar, ou desaconselhar, o voto neste partido porque não faço parte dele nem tem o meu apoio como militante.

Continuo a afirmar que existe gente muito válida nas suas hostes. Gente honesta e que luta para transmitir a mensagem Nacionalista às populações.
Tenho fé que esses seus militantes consigam transmitir e impor os seus ideais e perspectivas políticas no seio do partido.
Tenho fé… E gostaria que isso fosse uma realidade. Contudo – permitam-me a sinceridade – tenho muitas dúvidas que isso venha a acontecer.
Fico-me pela fé…

Se lermos alguns comentários pró-PNR verificamos que, alguns deles, continuam a transmitir laivos de sectarismo doentio e de agressividade que só assusta o mais pacato dos cidadãos.. E não publiquei os piores…

Mudar alguns dirigentes sem mudar a mentalidade de muitos militantes não vai conduzir a nada a não ser continuar tudo na mesma.

Por isso o PNR não contará com o meu voto.
E não me venham com essa de que o importante e conseguir eleger o seu presidente para o Parlamento.
Eu, como Nacionalista, não estou para folclores político/partidários para que este ou aquele seja eleito e tenha a sua vidinha orientada.

Eu luto por causas e não para arranjar lugares políticos a este ou aquele. Eu quero que no Parlamento exista a voz Nacionalista. Mas uma (ou mais) voz que seja Nacionalista e não – como aconteceu aos bloquistas – que se transforme num nacionalismo-caviar.

O Nacionalismo – para mim – só tem um rosto: O da Bandeira Nacional.
Nem fala pela voz de um único e só homem.
È por isto que é muito difícil fazer passar a mensagem do verdadeiro Nacionalismo.
É por isso…

O Nacionalismo é tolerância, compreensão e muito - mas muito!!! – respeito por todos os portugueses de qualquer cor ou credo e, também, muito respeito mesmo por aqueles que não concordam connosco.

È por isso que não é fácil ser-se Nacionalista.
Não é fácil….
Manuel Abrantes

domingo, Setembro 20, 2009



AS LEGISLATIVAS E O VOTO DOS NACIONALISTAS

A uma semana das eleições Legislativas não podia deixar de me debruçar sobre em quem votar e, até, aconselhar ao voto.
Isto – claro! – para os que se intitulam de Nacionalistas.
Não é uma tarefa fácil., podem crer…
E não é uma tarefa fácil porque, segundo se consta – não sei… - ,o único partido Nacionalista (o PNR) que concorre fez correr que algo tinha mudado no seu interior.
Não sei o que mudou nem quem mudou. Para mim tudo continua na mesma.
Até ao momento o PNR continua a ser um partido marcado por teorias ultra-radicais e um partido que, por acções de alguns dos seus militantes, se tornou num partido marginal.
Acredito que, no seu seio, existam pessoas com a credibilidade necessária. Não posso deixar de realçar o Prof. Humberto Nuno de Oliveira o qual apoiei, abertamente e claramente, aqui no blogue e que votei nas ultimas eleições. Votei e aconselhei o voto.

Contudo, na conjuntura destas eleições não posso aconselhar o voto no PNR. Penso que serão votos desperdiçados num partido que ainda não definiu o que quer e para onde quer ir.
Mesmo que –hipoteticamente – possa eleger um deputado, não acredito que possua o staff necessário para deixar marcas importantes do pensamento Nacionalista na Assembleia da República.
Não basta ir para lá com laivos de radicalismos porque, isso, seria destruir o Nacionalismo Português de uma vez por todas.

Continuo a definir como caminho a formação de organizações Nacionalistas de debate de ideias e de princípios. Organizações, devidamente legalizadas e oficializadas e abertas a todos sejam, ou não, de pensamento Nacionalista.
Isto, porque o Nacionalismo deve ser um factor agregador e não desagregador.
O Nacionalismo é a procura da união de todos os Portuguesas e não a sua separação.
Não nos podemos fechar em becos sem saída nem em radicalismos arcaicos.
O Nacionalismo está aberto a todos os que amam e respeitam Portugal, a sua Histórias e as suas gentes, independentemente da cor da pele ou da religião que professem.
Este é o Nacionalismo com futuro.
Manuel Abrantes

quarta-feira, Setembro 16, 2009



A QUESTÃO DO TGV

Com a polémica levantada pela Manuel Ferreira Leite, o TGV voltou a entrar na ordem do dia.
E foi uma polémica bem levantada e bastante oportuna.

Uma das questões que se coloca é sabermos se, nesta fase, o TGV é ou não um investimento prioritário e necessário.
È necessário saber se a nossa economia vai possuir, ou não, um impulso com a construção destas linhas de alta-velocidade. Que mais valias o TGV vai trazer para a economia Nacional ?

Pessoalmente, penso que nenhum. Até porque o TGV não é um transporte de mercadorias por excelência. Não vai traduzir-se, por isso, numa mais valia - em custos, especialmente – para a colocação dos nossos produtos nos mercados externos, ou vice-versa.

Ainda não existem valores reais de quanto é que este investimento vai custar aos contribuintes portugueses. Sabemos, apenas, que nos próximos trinta anos vai empenhar o orçamento do Estado. Isso sabemos! Mas os valores reais, ainda não.
E não me venham com essa dos 160 milhões da União Europeia. È como se alguém, me desse uns milhares para eu me hipotecar em milhões numa coisa que pouco, ou nada, me irá servir.

E não nos comparem com os espanhóis. Eles com o seu TGV transformado em transfronteiriço irão ganhar milhões da União Europeia sem necessitarem de fazerem grandes investimentos, nem de se hipotecarem. O que não é o nosso caso que temos de construir tudo de raiz.
È esta a diferença. Os espanhóis ganham – e muito!!! – com o negócio. Nós, ficamos hipotecados.

E já agora digam-me lá: uma linha de TGV – põe exemplo – entre o Porto e Vigo, quantas pessoas é que a vão utilizar por dia.
Quantas pessoas irão utilizar – também como exemplo – o Lisboa- Porto-Vigo, quando já existem carreiras aéreas ( normalmente vazias) e o ALFA , que está a perder utentes para a camionagem devido à diferença de preços.
Sim, porque ganhar meia hora no trajecto não compensa a diferença nos preços.
Uma viagem no ALFA entre Lisboa e Porto é de 27 euros e na camionagem de 15 euros.
Claro que, para a meia dúzia dos que irão utilizar o TGV, esta diferença é irrelevante.
Também há os que argumentam que o TGV é a ligação à Europa. Bem! Que eu saiba sempre tivemos ligados e não é o TGV que irá aumentar mais-valias.

Que me digam que é moderno; que é fino, isso é verdade. È como aquela pessoa que não tem para comer nem para se vestir mas gasta o pouco que tem, e o que não tem, nuns sapatos de marca. Isto, só para andar na moda.

Deixemo-nos de ser megalomaníacos.
Como diz a juventude de hoje: - Caiam na real!!!!
Manuel Abrantes

domingo, Setembro 13, 2009



O DEBATE DOS EMPATAS


Não podia deixar de escrever sobre o debate entre José Sócrates e Manuela Ferreira Leite.
Desde já devo acrescentar que nenhum destes candidatos a primeiro-ministro contará com o meu voto.

José Sócrates mais uma vez mostrou toda a sua arrogância e prepotência por muito que se tenha esforçado, nos últimos tempos, para transparecer o contrário.
Quem assistiu ao debate pode constatar que Sócrates levou todo o seu tempo a fazer comparações entre o actual governo, onde é primeiro-ministro, e o governo de Durão Barroso onde Manuela Ferreira Leite era, apenas, ministra das Finanças.
Sócrates, empurrou o debate para o programa eleitoral do PSD dando a perceber que o conhecia muito melhor do que o seu próprio programa. Aliás, nem sequer falou dele.
Provavelmente nem existe. Ninguém o conhece….
Sócrates limitou-se às “gabarolices” dos “feitos” (????) do seu governo e não apresentou nenhuma solução para o futuro. Nem uma palavra sobre o que pretende fazer se for eleito primeiro-ministro.
Sócrates foi igual a si próprio: - Arrogante, prepotente e dono e senhor da verdade absoluta.


Manuela Ferreira Leite
Surpreendeu-me! Não sendo uma especialista da imagem nem do blá blá da politica espectáculo mostrou-se bastante calma e convincente.
Foi, também ela, igual a si própria: diz o que pensa mesmo que isso lhe possa acarretar dissabores na politica-espectáculo.
E não teve pejo nenhum em afirmar que “pára o projecto TGV” , acrescentando que, que este projecto, apenas “interessa aos espanhóis” porque querem que o seu TGV seja “transfronteiriço” para obterem mais dividendos da União Europeia.
Manuela, não se coibiu de dizer: “não gosto de espanhóis na politica portuguesa”.

Manuela conseguiu, ainda, colocar uma questão a Sócrates que o deixou sem argumentos, quando o questionou sobre o projecto socialista para as reformas.
Segundo a presidente do PSD, em vez dos actuais «70 ou 80 por cento» do vencimento a que correspondem as reformas, «daqui a dez anos» os portugueses receberão «metade do seu vencimento bruto».
Sócrates nem respondeu…

Enfim:
Manuela Ferreira Leite quis dar um ar de “dama de ferro”. Na minha opinião conseguiu.
O conseguiu-o, já no final, quando foi questionada sobre a hipótese, se vencer as eleições, ter de governar em minoria.
Manuela Ferreira Leite foi peremptória : “ não estou convencida que seja preciso uma maioria absoluta para governar”.
Infelizmente, esta pergunta não foi colocada a José Sócrates.
Esquecimento da moderadora ?
Penso que não…

Manuel Abrantes

quarta-feira, Setembro 09, 2009



UMA LIÇÃO DE VIDA

Hoje, não vou escrever sobre politica.
Gostaria de vos deixar a seguinte passagem:

Perguntaram a um filosofo:
“ O que mais te surpreende na Humanidade ?

Resposta : Os Homens!!!
Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde;
Por pensarem ansiosamente no futuro esquecem o presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro;
E vivem como se nunca fossem morrer…. E morrem como se nunca tivessem vivido


Não sei quem foi o filósofo, mas dá para meditar.
Não dá ?
Manuel Abrantes

sexta-feira, Setembro 04, 2009



A QUESTÃO DOS “CRIMINOSOS DE GUERRA”

Um dos meus canais televisivos preferidos é o Canal de História. Num destes dias estive a ver um comentário – excelente, diga-se – sobre o ex primeiro-ministro japonês, Junichiro Koizumi.

Mas, não é sobre esta figura da politica nipónica que pretendo escrever.
No comentário sobre a vida deste politico fez-se referência a uma visita sua a um Templo religioso onde se “glorificam” figuras do exercito Japonês que combateu com os Americanos. Entre eles o do general Tojo.
Até aqui nada de especial. Isto, se os comentários não se referissem sempre aos combatentes japoneses como “criminosos de guerra”.
Na minha óptica foram e são criminosos de guerra.
São, sim senhor!!!
O ataque cobarde a Pearl Harbor, que deu inicio à guerra, é a prova disso.

Contudo não podemos esquecer Hiroshima e Nagasaki.
Milhares e milhares de civis japoneses foram assassinados e, ainda hoje, se sente os efeitos de tal destruição.
E isto, não é crime?
Foi em legitima defesa?

Afinal o que são “criminosos de guerra” ?

Pelo contexto actual, “criminosos de guerra” são todos os combatentes do exército vencido e “heróis de guerras” serão os do exército vencedor.
Hipocrisia, não é ?

È o poder dos vencedores sobre os vencidos. È a hipocrisia da guerra; é a hipocrisia dos homens; é a hipocrisia da sociedade actual.
Manuel Abrantes

terça-feira, Setembro 01, 2009



E O DESEMPREGO NÃO PÁRA…


Com valores muito acima da média, Portugal regista uma taxa de desemprego de 9,2 por cento.
Quem o diz é o Eurostat acrescentando na sua analise que, desde 1997, este é o número mensal mais alto.
Desta vez nem a sazonalidade habitual de Verão fez baixar, ou estabilizar, estes números.
E, isto, são os números oficiais. Aqui não se contabilizam os que estando desempregados o Governo tapa o buraco com pseudo cursos de formação(???).
Quem está em cursos de formação não conta para o número de desempregados.
Não estou contra esses, ditos, cursos de formação. Não estou!
Isto, desde que eles apontem para uma verdadeira formação profissional e não que sirvam, meramente, para tapar a taxa oficial do desemprego.
Todos os Portugueses deveriam conhecer os números oficiais dos que tiraram cursos de formação e se empregaram na respectiva área.
Deveríamos conhecer, na medidas que é do bolso de todos nós que saem as verbas que sustentam este cursos.
Será assim tão difícil difundir os resultados práticos desses cursos de formação subsidiados?
Quantos conseguiram retomar a sua vida profissional com este cursos?
Onde estão as respostas ?

Manuel Abrantes

domingo, Agosto 23, 2009



VAMO LÁ A VOTOS



Há pouco tempo escrevi, aqui no Blogue, o seguinte:

“sempre que concorramos neste sistema a actos eleitorais, nunca passaremos de uma percentagem irrisória. O que nos desacredita, ainda mais, perante o eleitorado.
Será um ciclo vicioso do qual nunca iremos sair.
As eleições e a opinião publica são dominados pelos órgãos de comunicação social. Por sua vez, estes, são geridos e dominados por um tipo de gente que não nos deixa crescer.
Assim, nem um “milagre” nos poderá tirar desta situação.”

Isto é, no meu ponto de vista, um dos grandes entraves ao crescimento eleitoral – digo: eleitoral – para qualquer partido que se assuma de princípios Nacionalistas.
Mas, também não é só…
Nós, Nacionalistas, criticamos este sistema eleitoral por não representar os verdadeiros anseios do Povo. Esse mesmo Povo que, cada vez, acredita menos nos partidos e nos políticos. E não acredita porque não se vê representado por nenhum deles. Nem nos partidos nem nos políticos que os compõem.
E tem razão!
Os políticos (neste caso, deputados) limitam-se a defender os pontos de vista e os interesses dos partidos em detrimento dos verdadeiros anseios das populações que os elegeram.
A esmagadora maioria dos deputados desconhece o círculo eleitoral por onde foram eleitos e, em muitos casos, nem sequer alguma vez lá colocaram os pés. Aliás, desconhecem por completo os problemas do seu círculo eleitoral.

Tudo isto vem a propósito do PNR ter já apresentado as suas listas em, praticamente, todos os círculos eleitorais.
Mostra dinâmica partidária. Isto mostra!
Mas será que todos conhecem os anseios das populações a que se submetem a sufrágio ?
Conhecem os problemas e estão dispostos a apresentar e a discutir soluções ?
Têm projectos para as respectivas regiões ?

Não estou a afirmar que não os têm.
Eu e a população gostaríamos de os conhecer.
Isto porque, para mim, os Nacionalistas devem – têm a obrigação – de se pautar pela diferença em relação ao actual espectro politico/partidário.

Aqui vai a lista dos “cabeças” aos respectivos círculos eleitorais.



- Aveiro - Maria Marques;
- Beja - Simão Varandas;
- Braga - Pedro Frade;
- Bragança - Carlos Marques;
- Castelo Branco - João Vaz;
- Coimbra - Vítor Ramalho;
- Évora - João Coutinho;
- Faro - Rui Roque;
- Leiria - João Amaral;
- Lisboa - Pinto Coelho;
- Portalegre - Caetano Ferreira;
- Porto - Alberto Lima;
- Santarém - Humberto Oliveira;
- Setúbal - Duarte Branquinho;
- Viana do Castelo - André Leite;
- Viseu - Teresa Póvoas;
- Madeira - Vasco Leitão;
- Fora da Europa - Luís Fernandes.

segunda-feira, Agosto 17, 2009



OS DESAIRES DO SENHOR SÓCRATES
O senhor Sócrates reconheceu, hoje, que os resultados positivos do PIB, no segundo trimestre deste ano, “não é o fim da crise”
Depois de se ter vangloriado que esses números representavam o “fim da crise” teve, agora, de vir a terreiro dar o dito por não dito.
Lá se foi o grande trunfo para a campanha eleitoral.

O que o senhor ainda não explicou é o facto de ter subido em 1,4 por cento o número de desempregados inscritos nos centros de emprego. Isto referindo os números de Julho deste ano e o período homologo na ano passado.
O senhor Sócrates também ainda não explicou quais as razões – já que para ele o seu governo só fez coisas boas – que Portugal tenha apresentado o quinto maior défice comercial na União Europeia.
Entre Janeiro e Maio deste ano, as importações portuguesas foram de 19,1 mil milhões de euros contra 26,1 mil milhões no mesmo período de 2008, enquanto que as exportações atingiram 12,3 mil milhões euros quando, no mesmo período do ano passado fora de 16,7 mil milhões.

O senhor Sócrates conseguiu enganar os eleitores nas ùltimas Legislativas.
E, agora, também o irá consegui ?
Manuel Abrantes

sexta-feira, Agosto 14, 2009



ANUNCIADO O FIM DA CRISE E LOGO A SEGUIR OS MAIS DE MEIO MILHÃO DE DESEMPREGADOS


Dados do Instituto Nacional de Estatística apontam para um crescimento económico de 0,3 por cento no segundo trimestre deste ano.
Perante estes números, que não nos dizem onde e como, o senhor Sócrates veio logo a terreiro dizer que isto “é o princípio do fim da crise”.
Não sei onde se baseou para tal afirmação.
Sei… Vêm aí eleições.
È certo que é melhor um crescimento positivo do que um decréscimo negativo.
Mas, é necessário perceber quais os pontos que levam aos crescimentos, assim como os que levam aos campos negativos.
Sem tentar fazer especulação, é de ter em conta que as produções pararam nos ùltimos tempos pela falta de confiança nos mercados. Isto lava a que, após um determinado período na recessão das produções, os stocks vão ao limite o que obriga à retoma nas produções.
Quanto à mim, foi isso que aconteceu e o que está a acontecer. Retoma na produção apenas com o intuito de repor stocks.

MAIS DE MEIO MILHÃO DE DESEMPREGADOS (OFICIALMENTE….)

A taxa de desemprego atingiu, hoje, os 9,2 por cento. A maior taxa de desemprego de sempre. Não é dos últimos 30 anos. Não. Não é!
È o pior desde 1974. Isto, porque antes – por muito que doa a muita gente - o desemprego era algo que nem se contabilizava. Praticamente não existia.
Podem acusar o regime de então de muita coisa, mas por aí não o conseguem.
Aliás, como o disse Medina Carreira, a maioria das nossas empresas implantaram-se nos anos 60. Isto, muito especialmente o capital estrangeiro.
Afinal o que é que está errado? È o investimento e o capital ou são as políticas?
Pensem nisto…
Manuel Abrantes

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