segunda-feira, novembro 06, 2006


CONGRESSO DA NOVA DEMOCRACIA

… E TUDO CONTINUA NA MESMA COM ESTE “VELHOS” DEMOCRATAS

A Nova Democracia realizou, em Lisboa, no decorrer deste fim-de-semana o III Congresso.
Manuel Monteiro foi reeleito para mais quatro anos de mandato.

No programa, agora aprovado, podemos realçar os seguintes aspectos:
"A presidencialização do regime", em que o chefe de Estado, cujo mandato seria aumentado para seis anos, passaria a acumular as funções de primeiro-ministro, cargo que desapareceria.

"A eliminação do Tribunal Constitucional, passando as suas competências para o Supremo Tribunal de Justiça e a redução drástica do número de ministérios", para dez, e dentro de cada um, "do pessoal de confiança política - assessores, adjuntos e secretários"
A diminuição do número de deputados dos grandes círculos eleitorais, com aumento dos eleitos pelos distritos do interior. O fim do regime especial de reformas para os políticos, a limitação a dois mandatos para o exercício de cargos políticos e que a legislatura passe de quatro para cinco anos

Mas, o que mais ressaltou no Congresso foi o facto de Manuel Monteiro ter desafiado Paulo Portas "para um debate político sobre a Direita em Portugal, para que os portugueses saibam quem vai ser o líder da Direita". O convite formal será feito após a realização do referendo ao aborto.

O presidente do Partido Nova Democracia (PND) convidará também os líderes do PSD, Marques Mendes e do CDS-PP, Ribeiro e Castro para os Estados Gerais da Direita que deseja realizar logo no início de 2007. Se recusarem, é porque pretendem "continuar a conviver com a Esquerda, com a qual têm imensas cumplicidades", concluiu.

Na sua alocução final, Manuel Monteiro, reiterou como bandeira política "o combate a esta União Europeia (UE)" que "é socialista e tem a conivência do centrismo da UE", e apelou "ao abandono da política agrícola comum e de pescas", por impor quotas a quem quer produzir e pagar a quem não trabalha.
Sobre o desafio a Portas o líder da ND explicou que "não é um ajuste de contas", nem é feito "numa lógica pessoal" "É pela necessidade de clarificação. Porque nós e o CDS competimos no mesmo espaço político".

Com uma “Direita” destas a “esquerda” pode continuar a dormir descansada. O Partido da Nova Democracia não pretende impor-se na sociedade portuguesa mas sim no CDS/PP.
As teses e as intervenções neste III Congresso só demonstram, e mais uma vez, que a ND não pretende ser uma alternativa politica mas uma alternância dentro do CDS/PP. Isto, já para não falar que tudo converge para a promoção pessoal/politica do seu líder: Manuel Monteiro.
Com esta “direita” podem os “canhotos” continuar a dominar a politica Nacional como o têm feito há 32 anos.
Manuel Abrantes

Comentários:
se o cds ja nao faz mal a uma mosca , imaginem o pnd ! levaram anos a enganar os portugueses , ao dizerem que eram aquilo que nunca foram , e no que deu ? afundaram-se ate ja nao se verem , tambem nao fazem ca falta nenhuma !
 
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