sábado, dezembro 02, 2006

D. DUARTE PIO DIZ QUE ESTA DEMOCRACIA “É UM FRAUDE”
Espere aí, amigo leitor. Um “fraude”, mas à maneira dele…
A monarquia celebrou o Jantar dos Conjurados, no qual D. Afonso, primogénito dos duques de Bragança, iniciou as suas funções protocolares enquanto representante da Casa Real. Jantar onde Gonçalo Ribeiro Telles, ex-presidente do Partido Popular Monárquico, e Manuel Monteiro, presidente do Partido Nova Democracia, marcaram presença, bem como algumas casas nobiliárquicas do País
No seu discurso, D. Duarte Pio, duque de Bragança e pretendente ao trono português, criticou a democracia portuguesa, que considera ser “uma fraude”, a situação económica do País e rejeitou qualquer possibilidade de aliança com a Espanha
Perante mil convidados, D. Duarte afirmou: “Atravessamos há muito, como País, uma crise depressiva. Tanto bastou para que nos antecipássemos precipitadamente a desperdiçar rendimentos que ainda nem sequer tínhamos gerado.” A aliança com Espanha foi repudiada: “Alguns mais desesperados acharam mesmo que podia ser alternativa o entregarmo-nos voluntariamente na dependência dos nossos vizinhos.”
D. Duarte Pio, segundo publica hoje o “Correio da Manhã”, em declarações ao matutino, criticou a democracia portuguesa, que considera ser “uma fraude”
Puxando “a brasa à sua sardinha” o D. Duarte Pio, em relação aos referendos, disse que a actual lei do referendo permite que “os portugueses falem de vários assuntos, excepto da natureza do próprio regime”. Em causa está o artigo 288.º, alínea b) da Constituição que condiciona a revisão constitucional a “respeitar a forma republicana de governo”. O referendo sobre o aborto contará com o seu voto pelo ‘não’, justificado por uma pergunta que “é um insulto à democracia portuguesa e é desonesta”. E defende não ser aceitável “a legalização da morte como solução de um problema económico e social”.
D. Duarte Pio, pode ter muita razão sobre a nomenclatura dos Referendos. Só que uma alteração na forma do regime (o Republicano ou outro) não se altera por referendo.
Compreendo perfeitamente as suas aspirações ao trono. Está – penso eu, que nada entendo de causas monárquicas – no seu pleno direito. Tal como eu estou na defesa da República e no direito que todos os portugueses possuem, sejam oriundos de que família o forem, de serem eleitos ou nomeados para os mais altos cargos de Nação. Não necessitam de ter “sangue azul”. Basta, simplesmente, que o sangue lhe corra nas veias (sinal de que está vivo) e até pode ser filho de pais incógnitos.
Manuel Abrantes
Comentários:
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E, quanto à mãe, não é incógnita mas outra coisa... Então, se atentarmos em alguns políticos da nossa praça...
Lembremo-nos que foi uma monarquia que contruíu Portugal, e o guindou ao estatuto de primeira potência mundial, nos idos de quinhentos.
A «Respública» apenas tem desmantelado a Pátria, entre corrupções, compadrios e influências estrangeiradas.
Urge restaurar Portugal para que, ao menos, se salve o que ainda puder ser salvo. Sem repúblicas, sem CEs, sem filhos de senhoras sinfainas, de dúbia reputação...
Viva o Rei! Viva Portugal!
A «Respública» apenas tem desmantelado a Pátria, entre corrupções, compadrios e influências estrangeiradas.
Urge restaurar Portugal para que, ao menos, se salve o que ainda puder ser salvo. Sem repúblicas, sem CEs, sem filhos de senhoras sinfainas, de dúbia reputação...
Viva o Rei! Viva Portugal!
O único problema disto tudo é que o Duarte Pio muniu-se de "amiguinhos" para o ajudarem na promoção das mentiras e na conservação do trono e, em troca, concede-lhes umas medalhinhas e honras afins.
Para que conste: a única sucessora directa da coroa portuguesa foi D. Maria Pia de Saxe Coburgo Bragança, filha do Rei D. Carlos I de Portugal com D. Maria Amélia Laredo e Murca e, consequentemente, irmã do Rei D. Manuel II.
A seu tempo a verdade virá ao de cima e cairão por terra muitos dos monárquicos que andam enganados pela falsa Causa Real Duartina.
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Para que conste: a única sucessora directa da coroa portuguesa foi D. Maria Pia de Saxe Coburgo Bragança, filha do Rei D. Carlos I de Portugal com D. Maria Amélia Laredo e Murca e, consequentemente, irmã do Rei D. Manuel II.
A seu tempo a verdade virá ao de cima e cairão por terra muitos dos monárquicos que andam enganados pela falsa Causa Real Duartina.
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