quarta-feira, maio 02, 2007


JOSÉ MARIA AZNAR
NÃO TE PONHAS A PAU. NÃO…

Depois do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, o ter acusado de “fascista” e “nazi” ,José Maria Aznar defendeu que «o multiculturalismo na Europa é um grande erro e um grande fracasso” .

O ex-primeiro-ministro de Espanha, numa conferência promovida, na passada semana, pela sociedade de consultores de comunicação Cunha Vaz & Associados e pela Associação Comercial do Porto afirmou, também, que «dizem que o multiculturalismo é o exemplo máximo de tolerância. Não é assim. Haver uma lei igual para todos é que é tolerância».
Na opinião do ex-líder do Partido Popular espanhol, «o alargamento da União Europeia não pode ser uma coisa eterna, interminável», pelo que é necessário clarificar «quais são as fronteiras da Europa».


Aznar, Aznar… Olhe que o seu amigo Durão Barroso ainda lhe põe pimenta na língua… E a comunicação social não perdoa estas coisas. Especialmente a portuguesa.


Dou-lhe um exemplo:

Ainda neste fim-de-semana a comunicação social cá do burgo descobriu que a figura num dos cartazes na manifestação do 1º de Maio promovida pelo PNR foi copiada (dizem eles…) de um cartaz da campanha do Hitler em 1932.


Para ser sincero também não gostei da figura ( um trabalhador todo musculado e de marreta em punho). Mas, não foi por causa do cartaz do Hitler (nem sequer sabia disso…) mas sim, pelo facto de me parecer um daqueles cartazes comunistas a promover os trabalhadores revolucionários e a revolução socialista.

Mas há mais:
Paulo Portas, líder do CDS/PP, caiu na asneira de afirmar que o “trabalho Liberta” num comício de campanha eleitoral na Madeira.
Caiu o Carmo e a Trindade. A nossa comunicação social associou logo isto à frase que está escrita à entrada do campo de concentração nazi em Auschweitz (Polónia).

Como vê, cá em Portugal, temos de medir muito bem o que dizemos. Senão levamos logo com a marreta de fascista, xenófobos e outras palavras bonitas.
È que os nossos jornalistas e comentadores lêem, agora, muito Hitler, Mussoline e outros. Depois – como são entendidos na matéria – descobrem, logo, algo para fazer as devidas comparações…

Cá é assim. Como já gastaram todos os livros do Lenine, do Mao Tse Tung e do Staline viram-se, agora, para as leituras dos leaders fascistas. E, como são proibidos – ou melhor: não aconselhadas - criou-se moda.
Manuel Abrantes

Comentários:
Precisamente. Bom post.
 
a este senhor ninguem tem coragem de lhe tocar , pertence ao politicamente correcto ! se fosse ca ja estaria crucificado pelos deuses todos poderosos . sinceramente penso que este senhor provou ter legumes , ao dizer aquilo que muitos pensam mas nao podem dizer !
 
Muito bem Aznar,é preciso coragem pra dizer a verdade.Parabéns ao autor do post,que poe o dedo na ferida desta Re(les)publica Portuguesa em que vivemos,governada e gerida por politiqueiros mediocres,e comandada plos midia esquedoides e pseudo-inteleectuais.
VIVA PORTUGAL
 
Sinceramente tenho de admitir que a notícia esta muito bem feita, muito bem elaborada, entaõ aquela do "já gastaram os livros do lenine e do mao"...
Parabéns..
 
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