domingo, maio 13, 2007

RADICALISMO DOENÇA INFANTIL DO NACIONALISMO

Quando em Janeiro de 2006 apareceu pela primeira vez este blogue, intitulado “Estado Novo”, foi publicado logo na sua 2ª ou 3ª edição – chamemos-lhe assim – uma peça com este título.

Passado mais de um ano a situação continua a ser pertinente e a estar na ordem do dia. Até porque o radicalismo não se alterou e está, ainda, mais incrementado.
Vamos à peça aqui publicada em Janeiro de 2006.

RADICALISMO DOENÇA INFANTIL DO NACIONALISMO

Poderá parecer um paradoxo este titulo. Mas não é!
Quando, para maioria dos cidadãos se fala em nacionalistas a imagem de jovens vestidos de negro, cabelo curto e com tatuagem nazis é, imediatamente, associada.
Os símbolos nazis ou as camisas negras nada tem a ver com o nacionalismo português.
O nacionalismo português não tem nada a ver com símbolos nazis nem com camisas negras. Não tem nada a ver com nacional-socialismos hitlerianos nem com fascismo mussolinesco. Aliás, um nacionalista – na minha opinião - não é aquele que perfilha ideários importados ou recolhidos a teóricos estrangeiros. Isso faz parte do internacionalismo e não do nacionalismo.

Até porque, intitular-se de nacionalista português e ostentar orgulhosamente símbolos políticos estrangeiros que nada tiveram a ver com o nosso passado é um contra senso.
Esta imagem, que os médias tanto exploram , é uma barreira para o desenvolvimento e a consolidação do espírito nacionalista. Os médias (comunicação social) sabem passar a falsa mensagem de que nacionalismo é igual a nazismo/fascismo. Os média são controlados pelo grande capital que, por sua vez, acaba por controlar o sistema politico/partidário. E, o grande capital, sabe perfeitamente que o nacionalismo opondo-se à globalização desmedida é o grande entrave para as suas politicas expansionistas.
O grande capital não tem pátria. E apátrida e por isso apatriota.
O nacionalismo e a antítese de tudo isto. Por isso, tudo serve para denegrir a imagem nacionalista.
Contudo, mesmo sabendo do aproveitamento medíocre que se faz das movimentações e acções dos nacionalistas, não podemos – nem devemos ! – hostilizar essa juventude que se sente atraída por símbolos que nada têm a ver – nem nunca tiveram ! - com a politica e a história de Portugal. Temos é de pensar e encontrar respostas para a questão: - Porque será que se sentem atraídos por esses símbolos ?
Na minha modesta opinião – e é um assunto que gostaria de debater – reside no facto de se sentirem nacionalistas mas de ter sido omitido, na sua formação de jovens, todos os valores pátrios.
Quer queiramos quer não a democratização do País após Abril de 74, na ânsia de tentar tapar (esconder) toda a história do Estado Novo, escondeu, e ate escamoteou, toda a história de Portugal. Por isso, muitos desses jovens encontram nesses símbolos estrangeiros um escape para o seu nacionalismo.
Cabe-nos a nós – nacionalistas convictos – dar-lhes a informação sobre toda a epopeia politica que Portugal atravessou ao longo dos anos. Esta é uma missão que não nos podemos negar a enfrentar.
M.A.

A QUESTÃO DO RACISMO

Este foi o artigo.
Relendo-o, e após um ano, o que lhe posso acrescentar pela evolução dos acontecimentos ocorridos desde a sua publicação é o seguinte:

Nacionalismo Português nada tem haver com quaisquer manifestações de racismo. Fomos um Império do Minho a Timor onde debaixo da mesma bandeira residiram todas as raças e credos religiosos. Demos uma lição ao Mundo pela forma como conduzimos esta situação.
Hoje, o Império já não existe e não nos deve mover qualquer saudosismo. Apenas o respeito e o orgulho pelo trabalho feito.

A história não volta atrás. Até porque, logo após o fim da 2ª Guerra Mundial o Estado Novo não soube conduzir a situação politica nas províncias ultramarinas nem, e muito menos, a situação politica interna no Continente.
Na questão do Império foi como um pai tirano que nunca deixa a filha namorar com medo que ela , um dia, venha a casar para constituir uma nova família e abandone, por isso, a casa paterna. Os pais tiranos só se vêm a eles. Nunca vêm a família num todo.

São estas questões que aqui, hoje, resolvi publicar.
Isto não me tira o respeito e a admiração pela figura do estadista António de Oliveira Salazar. Respeitar não é idolatrar é apenas – e simplesmente - Respeitar. Concorde-se, ou não, com os ideais desta figura da história Nacional.
Manuel Abrantes

Comentários:
Excelente.
 
O Senhor não pode dizer o nacionalismo português não está relacionado com símbolos nazis nem com camisas negras quando, das poucas dezenas de participantes nas manifestações do PNR, surgem sempre alguns a ostentar esse símbolos, a fazer saudações fascistas e a fazer vivas a hitler. Não coloque as culpas nos media, como gosta muito de fazer, porque isso é factual.
E também não deixa de ser estranho que o PNR convide organizações nacionalistas a vir a Portugal para concertar posições. É que provavelmente esses convidados devem perseguir portugueses nos respectivos países. Enfim, são só mais algumas contradições em que os nacionalistas se enredam.
 
Sr Sergio
Também os movimentos da dita esquerda está relacionado com stalinismos, maoismo o que não quer dizer que todos os que se intitulam de esquerda sigam esses principios.

Vivas a Hitler em manisfestações do PNR ? Desculpe lá, mas isso não é verdade. Se as houvesse a sua amiga comunicação social fazia disso um "cavalo de batalha".
Até as saudações Nacionalista de Braço estendido não são usuais.
È mentira ?
E se o fossem não confunda a manifestaçõe de braço estendido como um simbolo Nazi.
Então tem de condenar, também, a saudação do Juramento de Bandeira dos nosso militares.

Sr Sergio.
Eu sou tão nazi como o senhor.
Não aceito tal ideologia!!!
Só que não tenho dois pesos e duas medidas.

E mais:
_ Se alguma vez eu sentir que, qualquer organização representante dos Nacionalistas Europeus, hostiliza os emigrante portugueses passará a ser minha inimiga e nunca - mas NUNCA !!!- minha aliada politica.
Manuel Abrantes
 
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