sábado, junho 23, 2007


ABORTOS NÃO VÃO PAGAR TAXAS MODERADORAS

Correia de Campos, ministro da Saúde, anunciou que a mulher grávida que decidir abortar, por sua vontade até às dez semanas, pode fazê-lo a partir de 15 de Julho, data em que a regulamentação da lei da interrupção voluntária da gravidez entra em vigor.

Até aqui nada de novo. Mas, o ministro anunciou, também, que "as mulheres não pagam taxas moderadoras e não haverá uma nova taxa para este serviço"

Bem, isto é incrível. Se nos serviços de urgência e intervenções cirúrgicas todos os cidadãos têm de levar com as taxas moderadoras, qual é a razão que levou o Governo a isentar os abortos dessas mesmas taxas?

Eu percebo (???).
Para o Governo o aborto está no mesmo patamar do que a maternidade na medida em que, nestes casos, a mulher está isenta dessas taxas.
Para o Governo socialista, abortar ou ter um filho é o mesmo.
Abortar, para esta gente que se diz “socialista”, todas as mulheres ficam ao abrigo do regime de isenções previstas na saúde materna.

Se isto não fosse grave demais, dava para rir.

Não está em questão o valor das taxas moderadoras. O que está em questão é a atitude e o fim a que se destina esta isenção. Ou melhor: a equiparação.
O acto de abortar está no mesmo patamar do que a maternidade ?
Bem!!!
Que a mulher tenha o direito de abortar, foi aprovado por sufrágio de referendo e, por isso, deve entrar na Lei. Mas daí a equiparar à maternidade, com as mesmas comparticipações do Serviço Nacional de Saúde, vai um passo de gigante.

Correia de Campos ainda não avançou com dados sobre quanto vai custar ao Estado – ou melhor: a todos nós – a prática do aborto.
Quanto é que o cidadão vai ter de desembolsar, através dos seus impostos e comparticipações para a Segurança Social, para as práticas abortista.
È que o contribuinte tem o direito de saber para onde vai o seu dinheiro. Ou será que não tenho razão?
Manuel Abrantes

Comentários:
Incrível!!!
Isto já não é um governo é o governem-se.
 
Isto é mais uma decisão dos abortos que governam este pais.

É a democracia no seu pleno.
É a igualdade de tratamento que reporta da constituição. Aliás, tal como em diversas outras situações.

Estou a escrever estas linhas e a ouvir o primeiro ministro e só posso concluir que estamos perto do fim. Não faltará muito e nem bandeira teremos.

Mas que importa?!

O zé povo que se desemmerde porque eles estão e ficarão todos bem.

Portugal sempre.
AP
 
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