quarta-feira, junho 20, 2007


Câmara de Lisboa
ZANGARAM-SE (???) OS COMPADRES
E COMO NINGUÉM ASSUME A CULPA DA SITUAÇÃO CAÓTICA DA EDILIDADE.

PONTO, FUI EU!!!

Com o debate de ontem na SIC-N, com sete dos candidatos dos doze que concorrem à Câmara de Lisboa, quem pensou que iria ficar esclarecido ficou na mesma.
Quem assistiu ao debate, e não conhecesse a realidade, pensaria que todos estes candidatos, e os partidos que representam, nada tiveram a ver com as gestões camarárias da CML nos últimos tempos. Isto aplica-se, também, aos dois independentes.
Contudo, ficamos a saber que existem 1.200 milhões de euros de passivo e que as dívidas a fornecedores representam mais de 50 por cento das receitas. Ficamos também a saber que existem mais de 5.500 dívidas, abaixo de 5.000 euros, a pequenos fornecedores.
Ficamos também a saber que existem mais de 1200 fogos devolutos da responsabilidade da Câmara.
Ficamos também a saber que Lisboa perdeu, nos últimos seis anos, mais de 55.000 habitantes
Mas não ficamos por aqui.
Ficamos, também, a saber que os vereadores da anterior gestão tinham mais assessores que qualquer ministro. Há mais de 800 veículos que os compadres e as comadres se servem e, isto, sem falar nos mais de 700 telemóveis .Não há dúvida que isto é que é foi falar e andar nas voltinhas.

E, por fim, como disse a candidata Helena Roseta, não há dinheiro nem para a lixívia.
Bem para a lixívia pode não haver mas para carritos, telemóveis, assessores e amigos, aqui já houve, e há, dinheiro com fartura.

Todos estes números não foram novidade para ninguém. Talvez, a única novidade residiu no facto de terem sido os próprios candidatos – muitos deles da anterior gestão – a proferirem tais denúncias.

Nas alegações finais e já depois do debate, há a realçar as posições de Helena Roseta e até de Carmona Rodrigues, que se manifestaram contra o facto de, neste debate, terem estado apenas sete dos doze candidatos.
Por este andar, nestas eleições – tal como em todas as outras – a comunicação social apenas vai divulgar as actividades e as propostas dos candidatos com maior “peso político”.
Candidatos como José Pinto-Coelho do PNR, Quartim Graça do PT ou Gonçalo da Câmara Pereira, do PPM, vão ficar no mais completo obscurantismo informativo.
Manuel Monteiro, terá tempo de antena porque é um convidado habitual para comentar as actividades políticas e Garcia Pereira do MRPP irá ter, como habitual também uma ou outra reportagem que é para dizer que há pluralismo informativo.

È o “vira o disco e toca o mesmo” da nossa democracia.
Em Portugal, e na nossa democracia pluralista, as actividades de campanha são, e só, para alguns.
Igualdade de oportunidades?
Isso é algo que só consta no papel.
Manuel Abrantes

Comentários:
Teresa Caeiro (CDS-PP) referiu o artigo 13º da Constituição, dizendo que a discriminação deve ser combatida sem tréguas (política de tolerância zero), nomeadamente na política de habitação. Manifestou dúvidas quanto à necessidade de visibilidade LGBT. Afirmou o seu apoio a medidas de formação anti-discriminação bem como a aquisição de bibliografia de temática LGBT nas bibliotecas municipais.

Relativamente ao Arraial Pride, manifestou o apoio à sua centralidade, desde que salvaguardados aspectos ambientais e de ruído. Referiu ainda ter sempre sido apoiado pelo CDS-PP o Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa. Defendeu também a formação de funcionári@s da CML contra a homofobia, bem como junto das escolas. No que diz respeito ao CCGLL, afirmou que a Câmara teria que ser “pessoa de bem” enquanto proprietária.

parece mentira mas pode confirmar...

http://www.ilga-portugal.pt/noticias/agenda20070615.htm
 
De regresso, a voltar, um abraço.
 
Não se esforce tanto.
 
Participam no ROUBO e aparecem com ar angelical a apresentar soluções, como se nada fosse com eles.

Nem vergonha na cara têm.

Cambada de ladrões.

Como são uns "grandes democratas", os dois "independentes", para ficarem bem na fotografia dizem que os excluidos também deveriam participar no debate. Os outros nem se pronunciam, pois estão mais focados no tacho.
Aqui não há discriminação.

Só quem anda a dormir é que pode acreditar nesta gente.

Portugal sempre.
AP
 
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