sexta-feira, agosto 31, 2007

DICOTOMIA ESQUERDA-DIREITA

Desde a implantação da Democracia que nos habituamos a ouvir a terminologia política da esquerda e da direita. Depois apareceu os que situando-se nesse campo se assumiam como mais para a esquerda da esquerda e mais para a direita da direita.
Isto sem esquecer que houve um (CDS) que se assumia do centro.

Esta dicotomia de esquerda-direita sempre foi – e é – muito querida aos que se intitulam de esquerda. Aliás, foi – e é- a própria esquerda a grande fomentadora deste separar de águas.
Isto porque a esquerda – sim ele própria ! – definiu e incentivou a ideia de que ser de esquerda é defender os mais desfavorecidos, os “fracos e oprimidos” e um Estado Social. A direita são os defensores do grande capital, das classes mais favorecidas, etc.

Bem! Quem olha para a governação socialista, que se intitula de esquerda, pode retirar dai as suas ilações. E quem vive em concelhos geridos por maiorias absolutas comunistas – como é o meu caso – não tem dúvida nenhuma destas contradições.
O problema é que esta “filosofia” política está enraizada nas massas populares, especialmente nos menos esclarecidos politicamente.
A esquerda ficou como o bonzinhos tipo “Robin Wood” e o bando da floresta verde e a direita como os partidários do xerife de Nottingham.
E a esquerda soube – e sabe - muito bem explorar isto.

Então:
Valerá a pena continuar a difundir e a aceitar a dicotomia esquerda-direita ?
Ou definir, de uma vez por todas, o que é ser de esquerda ou de direita ?
Ou rejeitar tudo isto e definir algo de novo ?
Para mim a dicotomia esquerda-direita não passa de um jogo político da partidocracia, do tipo clubes de futebol.
È uma forma de divisão e não uma forma de união politica. Como defendo a união de todo o povo em torno dos interesses da Nação, rejeito esta dicotomia. Por isso, me assumo como Nacionalista.
Quem defender os interesses Nacionais, acima de tudo e de todos, está dentro da linha Nacionalista. Não me interessa de onde vêm politicamente.

Manuel Abrantes

Comentários:
Apoio.
Bom fim de semana e um abraço.
 
Caro Amigo Abrantes,

A Pátria, tem de ser sentida,
na união de todos!!!
È verdade!!!
Mas..., penso que nem todos, têm esse condão, se vierem de "outros" quadrantes, imperfeitos por natureza!!!
 
Para um nacionalista quem são todos? Quem faz essa união?

Para um nacionalista o que significa união:
Será todos a acatarem as ordens do chefe, abençoado pela Santa Madre Igreja?
Será todos manifestarem a sua submissão ao bondoso e nacional patronato?


Não há esquerda, nem direita?

Esse é o mais brilhante discurso de uma certa direita - a do fim das ideologias, a do fim da história e do triunfo do liberalismo (mais ou menos autoritário).
 
Senhor Duarte

Nacionalistas são todos os que defendam que os valores pátrios estão acima de todo e qualquer interesse de grupos ou de interesses que nada têm a ver com esses, mesmos, valores.
A união faz-se dentro desses princípios e das acções para os divulgar e os colocar em prática.
O fim da esquerda direita nada tem a ver com ideologias na medida em que, essa mesma esquerda e direita, já nada tem de ideológico.
O Nacionalismo de hoje já nada tem a ver com chefes nem com seguidismos a um líder.
O Nacionalismo de hoje só tem um líder : o Povo e a sua vontade expressa no voto.
 
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