sábado, setembro 15, 2007


DALAI LAMA NÃO FOI RECEBIDO PELO GOVERNO PORTUGUÊS
MAS SERÁ RECEBIDO PELO GOVERNO ALEMÃO



Ulrich Wilhelm, porta voz da chancelaria alemã, anunciou que a chanceler, Angela MerKel, irá receber o Dalai Lama em Berlim no próximo dia 23 de Setembro.
Segundo o porta-voz o encontro é parte de «uma série de reuniões entre a chanceler e lideres religiosos”, tanto na Alemanha como durante viagens ao estrangeiro.

Esta noticia seria irrelevante, para nós portugueses, se não tivesse sido escandalosa a recusa do governo de José Sócrates em receber o líder espiritual.
E mais escandalosa foi a afirmação do ministro dos negócios estrangeiros, Luis Amado ao ter respondido aos jornalistas que “oficialmente, o Dalai Lama não é recebido por responsáveis do governo português, como é óbvio».
O “óbvio” foram as pressões chinesas e o medo dos governantes nacionais em ferir as susceptibilidades das políticas expansionistas da China.

Do orgulho de um Portugal que contribui para a história do mundo e da humanidade resta-nos, agora, a pequenez de quem vive ajoelhado e vergado aos interesses dos novos senhores do mundo.
Claro que não me refiro a Portugal e ao nosso Povo, refiro-me aos politiqueiros de bolso que nos governam.
Refiro-me à pequenez dos politiqueiros bajuladores do capitalismo internacional que venderam o orgulho nacional a troco de umas míseras palmadinhas nas costas, dadas pelos novos senhores do mundo.
Portugal não é, nem nunca foi, “pequenino”. Pequeninos são os políticos que nos têm governado nos últimos trinta e três anos. Pequeninos na coragem e no verdadeiro sentir nacional.
Hoje sim! Temos um “Portugal Amordaçado”.
Manuel Abrantes

Comentários:
A estes fantoches que tomaram as rédeas das infelizes nações no Ocidente,nem uma eternidade de meditação transcendental conseguia purificá-los.
Sãp ,eles sim,autênticas criaturas poluídas,poluídores do ambiente que impestam com a sua indesejada presença.
Ora,porque razão,pertencendo o camarilha PS á nefasta seita,não havia,também ela,de se agachar e pôr a jeito-posição que aliás muito apreciam e dizem ser "natural" e "igual"-perante a poderosa RPC?
Ora essa,os "interesses de Estado"estão primeiro!E alguém conhece melhores defensores dos interesses do dito?
Sardoal
 
Muito bem!
 
Nem Estado de Direito, nem Direitos Humanos!!!
 
Abraço e bom domingo.
 
Ora bem. Lá temos que beijar a pata do chinês-come-cão e desprezar o líder espiritual e temporal do Tibete para não levar a bofetada dos olhos-em-bico.

País que sofre!

saudações.
 
Por muito que eu pareça desmancha-prazeres, o Governo, agiu de uma forma cautelosa.
O Dalai-Lama não é nenhum dirigente político (ou pelo menos não é assim que se apresenta), é sim um líder espiritual, mas, ao que parece, sempre que vai por esse Mundo fora, levanta o problema da China ter ocupado o seu país, o que, logicamente pode causar embaraços aos governos dos países que o recebam oficialmente, e que querem ter relações normais com esse país.
No futuro próximo, iremos assistir ao aparecimento da nova super-potência, a China bem como da Índia, são países muito populosos, com filosofias políticas ou religiosas, em que o sacrifício, é apresentado como uma virtude e um meio de fazer crescer o país para os vindouros, por isso, a necesidade de fazerem todo o esforço para serem altamente competitivos, ao mesmo tempo que, mercê dessas filosofias, quase que, até trabalham por um púcaro de arroz, o que é completamente impossível nas sociedades ocidentais.
O Mundo Ocidental com os EUA à cabeça, irão ruir dentro de algum tempo, pois com as empresas europeias e americanas a deslocarem-se em força ou a mandarem fazer os seus produtos na China, um dia destes, os ocidentais ficam a chupar no dedo.
Àqueles que não acreditarem , pergunto-lhes como é possível ser-se competitivo com um país que tem ordenados 10 ou 20 vezes, mais baixos do que nós e cujos produtos, ainda por cima, não sofrem quaisquer restrições de entrada no Ocidente, será que algum empresário (salvo os beneméritos?), alguma vez se deixará ir para a falência, mantendo as fábricas no Ocidente, enquanto os seus concorrentes, fazem os produtos na China, mas será que são patetas?
Por isso o Governo português ter tido a atitude que teve, certamente está esperançado, de que se tornem os capatazes dos chineses na Europa
 
caro lusitano: acha possível que a china se torne um potência mundial sem ter os mercados ocidentais como destino dos seus produtos? ora connosco na "miséria", acha que a china se safa?
 
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