quarta-feira, outubro 10, 2007

E OS POLICIAS FORAM LÁ….
Dois polícias à paisana deslocaram-se è sede do Sindicato do Professores da Região Centro, na Covilhã, para se inteirarem das intenções sobre uma manifestação de protesto contra o Governo e o seu primeiro-ministro, José Sócrates.
O sindicato considerou esta atitude como “pidesca” e “intimidatória”. E tem razão para isso.
O Governo, pressionado pelas vozes de protesto contra a visita dos polícias, mandou instalar um processo de averiguação. E, aqui, é que reside o ponto fulcral da coisa…
Os dois polícias não foram à sede do sindicato porque lhe apeteceram ou porque estavam muito preocupados com a manifestação e com o seu conteúdo propagandístico.
Foram lá, porque as chefias locais os mandaram lá. A ordem partiu do posto a que pertencem.
Também não acredito que os responsáveis pela polícia local mandassem averiguar as instalações. e material para a manifestação, por iniciativa própria. Até porque era uma manifestação de um sindicato, e de um sindicato poderoso como o dos professores. Tiveram de receber aconselhamento das instâncias superiores da sua hierarquia regional ou distrital. O que é lógico e compreensível
Também não acredito que as hierarquias superiores da polícia, ao nível regional, tivessem a ideia de uma “vistoria” à sede de um sindicato para se inteirarem sobre que tipo, e conteúdo, de material propagandístico a utilizar. Até porque, as manifestações a Sócrates, já começam a fazer parte do folclore político. Mas, ir pedir explicações a um sindicato era ir longe demais. Por isso – desculpem lá – mas, também não acredito que a ideia tenha partido de uma estrutura regional da PSP.
As estruturas hierárquicas regionais da PSP não tomariam essa iniciativa – minha opinião – se não tivessem o “sopro” das hierarquias superiores de Lisboa.
Mas, também não estou a ver as hierarquias superiores da PSP a preocuparem-se com uma manifestação a Sócrates, quando isso já faz parte de todas as visitas onde vai.
Que eu saiba foi a primeira vez que uma sede de um sindicato, em acção de protesto, foi “visitada”.
Então, também estas tiveram o “sopro” – minha opinião, repito – das instâncias superiores. Ou seja: o Ministério da Administração Interna.
O mesmo que exige esclarecimento sobre o caso da visita intimidadora, segundo os sindicalistas, de dois agentes à paisana às instalações do Sindicato dos Professores.
E não comento mais, porque não é necessário.
Manuel Abrantes
Dois polícias à paisana deslocaram-se è sede do Sindicato do Professores da Região Centro, na Covilhã, para se inteirarem das intenções sobre uma manifestação de protesto contra o Governo e o seu primeiro-ministro, José Sócrates.
O sindicato considerou esta atitude como “pidesca” e “intimidatória”. E tem razão para isso.
O Governo, pressionado pelas vozes de protesto contra a visita dos polícias, mandou instalar um processo de averiguação. E, aqui, é que reside o ponto fulcral da coisa…
Os dois polícias não foram à sede do sindicato porque lhe apeteceram ou porque estavam muito preocupados com a manifestação e com o seu conteúdo propagandístico.
Foram lá, porque as chefias locais os mandaram lá. A ordem partiu do posto a que pertencem.
Também não acredito que os responsáveis pela polícia local mandassem averiguar as instalações. e material para a manifestação, por iniciativa própria. Até porque era uma manifestação de um sindicato, e de um sindicato poderoso como o dos professores. Tiveram de receber aconselhamento das instâncias superiores da sua hierarquia regional ou distrital. O que é lógico e compreensível
Também não acredito que as hierarquias superiores da polícia, ao nível regional, tivessem a ideia de uma “vistoria” à sede de um sindicato para se inteirarem sobre que tipo, e conteúdo, de material propagandístico a utilizar. Até porque, as manifestações a Sócrates, já começam a fazer parte do folclore político. Mas, ir pedir explicações a um sindicato era ir longe demais. Por isso – desculpem lá – mas, também não acredito que a ideia tenha partido de uma estrutura regional da PSP.
As estruturas hierárquicas regionais da PSP não tomariam essa iniciativa – minha opinião – se não tivessem o “sopro” das hierarquias superiores de Lisboa.
Mas, também não estou a ver as hierarquias superiores da PSP a preocuparem-se com uma manifestação a Sócrates, quando isso já faz parte de todas as visitas onde vai.
Que eu saiba foi a primeira vez que uma sede de um sindicato, em acção de protesto, foi “visitada”.
Então, também estas tiveram o “sopro” – minha opinião, repito – das instâncias superiores. Ou seja: o Ministério da Administração Interna.
O mesmo que exige esclarecimento sobre o caso da visita intimidadora, segundo os sindicalistas, de dois agentes à paisana às instalações do Sindicato dos Professores.
E não comento mais, porque não é necessário.
Manuel Abrantes
Comentários:
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É LAMENTÁVEL
Acredita que fico muito triste por isto se passar no meu país.
Alguém diz ao Socrates o que é DEMOCRACIA, LIBERDADE DE EXPRESSÂO.
Acredita que fico muito triste por isto se passar no meu país.
Alguém diz ao Socrates o que é DEMOCRACIA, LIBERDADE DE EXPRESSÂO.
O ataque ás liberdades democráticas é um claro objectivo deste Sócrates primeiro-ministro.
E se não é ,parece.E em politica ,o que parece,é...
José Manuel de Castro
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E se não é ,parece.E em politica ,o que parece,é...
José Manuel de Castro
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