segunda-feira, outubro 01, 2007


GOVERNO SOCIALISTA RETIRA IGREJA CATÓLICA DOS QUADROS HOSPITALARES


Os administradores dos hospitais públicos vão comunicar ao governo que é um “erro” acabar com a assistência religiosa aos doentes internados.
Tudo isto, porque o Governo socialista de José Sócrates mandou retirar os capelães dos quadros hospitalares

Em declarações ao “Correio da Manhã”, Lino Mesquita Machado, presidente do Conselho de Administração do Hospital Central de Braga, diz que “a assistência religiosa é uma exigência dos doentes com que o Governo não deve acabar” .
O gestor hospitalar acrescenta ainda que “os capelães cumprem uma função importantíssima e, pelo menos no nosso caso, têm feito um excelente trabalho” Mesquita Machado lembra ainda que os capelães passaram a fazer parte dos hospitais já depois do 25 de Abril e que “o peso que têm em termos de custo não é comparável à valia do serviço que prestam”.

Também para D. Carlos Azevedo, porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), espera que o Governo recue na intenção de acabar com as capelanias hospitalares e que tenha em conta a tradição portuguesa e os princípios da Concordata.
O prelado acrescenta ainda que “há um grupo minúsculo, com determinado pensamento ideológico muito diverso do da maioria da população portuguesa, que tem como objectivo reduzir a presença religiosa e espiritual em todos os lados, inclusive nos hospitais”.

Já não é novidade nenhuma que certos sectores da política portuguesa, em nome de uma pseudo-igualdade, estão em guerra aberta com a Igreja Católica. Primeiro foram os crucifixos nas escolas, depois nos hospitais e agora o fim das capelanias.
Até porque, a própria Igreja Católica através das capelanias hospitalares, tem auxiliado outras confissões religiosas a exercer a sua actividade nos hospitais.
Poderão dizer-me que vivemos num Estado laico. È uma verdade! Mas, também não deixa de ser verdade que nunca ninguém perguntou aos portugueses se queriam ou não esse laicismo. Nem perguntaram isso nem, muito menos, qual é a opinião da população sobre o assunto.
Mas há algo que esta esquerda socialista e maçónica jamais conseguirá apagar: - A fé crescente do Povo de Portugal!
Mas também há outra verdade: - A actual fé crescente do povo dever-se muito à situação de pobreza e do desespero das famílias. E, isto, é a resultante das políticas erróneas deste governo e de todos os outros que há mais de trinta anos nos governam.
E o povo, quando já não tem esperança, vira-se para DEUS.
Manuel Abrantes


Comentários:
Continua a ser muito estranho,
o silêncio dos dirigentes do PNR sobre este tema?
 
Muito bem dito!
Existe um processo de marxização da sociedade com base num materialismo insustentável que é assustador.

Temos que nos unir e fechar as portas a um sistema cada vez mais podre.
 
Não é de admirar , pois o partido do governo até pensa legalizar os casamentos homossexuais,e a adopção de cianças por parte de homossexuais.
Portanto eles são completamente contra a igreja e tradições religiosas Portuguêsas.
Querem nos "retalhar" aos bocados.
Independêntemente da opção das pessoas, eu acho tenebroso estarem a por obstáculos , ás pessoas que querem a presença de um padre.

cumprimentos
marcorijo
 
" Caro leitor católico
Imagine que está numa cama de hospital, enfraquecido pela doença e amansado pela medicação. Vê aproximar-se da cama um desconhecido, que lhe diz:
-Já pensou em abandonar a sua religião?
Atónito, ainda tenta reagir. Mas o seu interlocutor está de melhor saúde e remata-lhe:
-O «céu» e o «inferno» são tretas. Não há vida depois da morte, esqueça essas ilusões.
Como se sentiria, caro leitor? Agredido? Invadido na sua privacidade? Pois então já sabe como se sente um ateu quando tem de mandar embora um padre que o vem incomodar à cama do hospital.
Imagine ainda que o desconhecido que o incomodou é pago pelo Estado para fazer exactamente o que lhe fez a si. Desagrada-lhe a ideia? Ainda bem. Devo dizer que concordo consigo, caro leitor católico. É justamente porque concordo consigo que defendo que só deve receber assistência espiritual quem a pedir por escrito, e que essa assistência não seja paga pelo Estado. Estamos de acordo?"

em http://www.ateismo.net/diario/2007/09/caro-leitor-catlico.php
 
O anonimo do comentário anterior talvez concorde com esta proposta de minuta, para o requerimento escrito, a fazer pelos enfermos, de assistencia por parte do capelão.
http://novafloresta.no.sapo.pt/2007/Santa1.jpg

Rambo
 
Isto vai continuar!

Olhai pro q se passa em Sao Francisco.... ‘Last Supper’ parody... ("fagots" escarnecendo da ultima ceia)

Portugal seguir lhe a os passos
 
Os dois Anónimos ateus não estão a ver o ridículo (e trágico) que é um pobre moribundo a ter que redigir POR ESCRITO uma minuta a solicitar um padre que lheê a extrema-unção!

E já que são tão «democratas», deverão meditar numa só coisa: que a população portuguesa é 90% católica... Será que querem impôr a vontade de uma minoria à grande maioria, ofendendo-lhes tradições e costumes?

Pessoalmente, sendo Católico e nacionalista, se por acaso me encontrasse numa aflição, não me ofenderia se viesse em meu socorro um lama tibetano, um imã muçulmano, até um rabi judeu (!). Pois os caminhos da sabedoria e do divino são muitos.

Se os ateus preferem um profissional do divã do Dr. Freud, um avatar da Ciência, que endeusam como religião, façam favor! Mas não tentem impedir 90% da população do conforto espiritual da sua religião.
 
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