sexta-feira, novembro 23, 2007


A BANCA QUE SE CUIDE
VEM AÍ PERIGOSOS CALOTEIROS


O Banco de Portugal alerta para o elevado endividamento das famílias à banca, que está a sobrecarregar os orçamentos domésticos e vai provocar um aumento dos incumprimentos nos empréstimos, por parte das famílias portuguesas mais pobres ou que estejam ameaçadas pelo desemprego.

No seu relatório de Outono o Banco de Portugal diz que “o elevado valor dos empréstimos de uma parte significativa das famílias portuguesas - principalmente na compra de habitação - em conjunto com o aumento das taxas de juro, verificado nos últimos meses, "ter-se-á traduzido em aumentos substanciais" dos encargos com os juros mensais a pagar.

Contudo, o Banco de Portugal ressalva que “o crédito à habitação tem geralmente associadas garantias reais - hipotecas das casas - cujo valor excede o montante total do empréstimo".
Por sua vez, os bancos comerciais afirmam que estão a ser mais exigentes nos critérios para conceder empréstimos às famílias. Assim, para travar a apetência do crédito, a banca está a aumentar os spreads, ou seja : o diferencial entre o preço do dinheiro pago pela banca ao captar depósitos e a taxa de juro cobrada nos empréstimos.

GRANDES CALOTEIROS!!!

Pronto! O alerta está lançado. A banca que se cuide e se proteja das famílias que de um momento para o outro poderão vir a tornarem-se em potenciais caloteiros.
E eu a pensar que o alerta do banco, gerido pelo senhor Vítor Constâncio, era um alerta para o governo do seu amigo Sócrates sobre o endividamento das famílias e as causas inerentes que o provocam. Mas não! È um alerta para a banca privada para se acautelar na concepção dos créditos.
Cuidado, porque o Povo de Portugal está a ficar “teso” e, por isso, deve existir todo o cuidado em emprestares-lhe dinheiro, especialmente, para a compra da casita.
E, isto, se pode resumir-se a uma simples frase: - Quem não tem dinheiro, não tem vícios !
Manuel Abrantes

Comentários:
É uma vergonha o que se está a passar em Portugal com os empréstimos ao consumo desenfriado.
A publicidade tem concerteza muito que ver com ese fenómeno, senão vejamos:
É inacreditável e do mais completo "no sense", por exemplo, no intervalo de qualquer programa informativo ou noticioso onde se apela á moderação na obtenção de crédito, sejamos bombardeados com um sem número de anúncios publicitáros a propôr exactamente o contrário.
Se não forem tomadas medidas "energicas" com vista á diminuição do acesso de crédito ao consumo o mesmo vai tornar-se um enorme problema com consequências catatróficas a curto prazo.

http://nacionalalentejano.blogspot.com/
 
PORTUGAL PAÍS FALHADO!

Estas dívidas e consequente insolvência de muitas famílias portuguesas, não pode ser vista à luz da régua e do esquadro, temos de perceber o que é que se passa no mundo real e não no mundo imaginário de muitos teóricos que ainda não perceberam qual a raiz desses tais problemas.
Recuando uns trinta e poucos anos, o que é que viamos?
Viamos as pessoas ditas "remediadas", terem o seu televisorzito, mais um rádio, talvez uma máquina de lavar roupa e para os mais endinheirados, uma máquina de lavar loiça, isso era tudo a que podia aspirar essa tal classe de "remediados", ou seja uma classe média baixa.
Com o 25 de Abril, e principalmente com a entrada na CEE/UE, as pessoas começaram a aspirar a a ter outros bens, tanto mais que, e os mais atentos reparam com certeza, que começaram por aí a aparecer umsa "fortunazitas" do dia para a noite, com indíviduos com bons carros, boas casas e outros bens que fizeram despetar a inveja a muita gente, que, naturalmente também queriam possuir esses bens.
Também e principalmente no consulado do actual Presidente da República, com a entrada de dinheiro aos magotes da UE, ficámos com a ideia, de que eramos todos ricos, nunca houve o bom senso pela parte das forças políticas de chamar a atenção dos portugueses, para essa falsa ilusão, tanto mais que, se andou, principalmente na agricultura, a dar dinheiro para acabar com determinadas culturas, o mesmo com certas actividades como as pescas em que, se recebiam subsídios para não fazerem nada.
Isto criou a tal ideia, de que, não era preciso trabalhar para se ter os bens, pois o dinheiro aparecia de qualquer lado, como também, agora já era fácil comprar tudo aos bochechos, daí ao sobre-endividamento foi um instante, muitos começaram a pagar essas dívidas com cartões de crédito que, acrescentaram novas dívidas, isto juntamente com um aumento do desemprego, uma estagnação dos ordenados, com uma instabilidade de empregos através, quer de contratos a prazo, quer de artificiais recibos verdes, acrescentando ainda o aumento de divórcios a que temos vindo a assistir, ficamos com todos os ingredientes para dar no que deu, a falência de muitas famílias. Mesmo no caso das casas oferecidas como hipotecas, os bancos estão cheios delas, pois já não há compradores para as mesmas, assim como para as que se constroem, concorridas aliás, com milhares e milhares de casas usadas, que estão à venda, diria eu, quase em todos os edifícios.
Ora esta situação só se deve ao facto de desde a abrilada, o país no seu todo, ter perdido a noção da sua realidade, primeiro vieram as "tropas" comunistas e seus afins, apoderarem-se e ocuparem muitas empresas levando-as à ruína, depois vieram os governos patéticos e inaptos do PS e do PSD tentar dar uma volta, mas foi tão mal feita, que acabámos por resvalar para o caos económico e moral em que mergulhamos (apesar de toda a propaganda socrática, de que estamos a caminhar no bom sentido, temos imensas empresas industriais, agrícolas e de comércio, com a corda na garganta, e a prova está do nosso cada vez maior afastamento das médias da UE, um dia destes, até vamos acabar por pertencer...mas é à União Africana).
Ora segundo o meu raciocínio, não podemos só culpar os cidadãos portugueses, há que assacar responsabilidades aos políticos, que tem passado pelos sucessivos governos, e que não tem conseguido dar a auto-confiança e orgulho aos portugueses, que neles tem votado e colocado no "poleiro", para reagirem à situação desastrosa onde se encontam boa parte de nós, pois sem esse estimulo, juntamente com uma falta da luz ao fim do túnel, que tarda em não se abrir, cada vez mais nos afundaremos nestas areias movediças, em que se tornou a vida de boa parte dos nossos concidadãos.
Não basta apenas os portugueses terem "cabeça", é preciso bons governantes para os orientarem, senão para que é que, eles são precisos, só para se governarem e aos amigos?
Cumprimentos.

LUSITANO
 
Só tem problemas em pagar os emprestimos quem não se sabe associar a bons partidos,como o PS.
Quem sabe fazer isso, não tem desses problemas.A mais recente prova disso é o contrato faraonico estabelecido entre o Ministerio da Educação e o dr. João Pedroso, irmão do ex secretario de estado socialista Paulo Pedroso.
http://radioclube.clix.pt/noticias/body.aspx?id=2527
Será que os juristas que integram o quadro de pessoal do Ministerio da Educação, e que têm provavelmente emprestimos para pagar aos bancos, não tinham capacidade para fazer este trabalho, que aliás é relativamente simples?
 
Não "amigo". A banca só dá chapéus de chuva quando não está a chover.
 
Publicidades ridiculas e "enganosas"... "Job's for the boys"...
e mais não digo... estamos em Portugal....
E não é preciso ser extremista para fazer mudar isto... basta só querer mesmo... e os culpados disto tudo é qando nós todos acordamos de manha e vemo-nos ao espalho... é esse aí amigo... esse é que é o culpado de estarmos como estamos de uma maneira ou de outra... nen que seja por imparcialidade...
tenho dito.
 
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