sábado, janeiro 12, 2008


NO PORTUGAL DA POLÍTICA OU A POLÍTICA EM PORTUGAL

A COMPAIXÃO SOCIALISTA PELO PORTUGAL DOS PEQUENINOS



Segundo publica o “Diário de Notícias” na sua edição de hoje o PS está disponível para riscar a alínea da Lei dos Partidos que exige os 5.000 militantes, cedendo assim aos protestos dos dirigentes de vários dos chamados "pequenos partidos".

Pedro Quartim Graça, deputado do Partido da Terra (eleito nas listas do PSD) disse ao DN estar "convencido de que vai imperar o bom senso" e que isso "passará por uma alteração da lei".
"Penso que do próprio PS vai haver sensibilidade para perceber que é preciso mexer nas coisas. Vamos ver como se concretiza na prática", acrescentou o dirigente do Partido da Terra.

Ao consagrar a exigência das 5000 assinaturas, a preocupação de quem fez a lei foi proteger o sistema contra os "partidos fantasma". Mas, Pedro Quartim Graça, garante que nenhum dos "pequenos partidos" representados no movimento contra as 5000 assinaturas é favorável à existência de "partidos-fantasma".



A primeira ilação que podemos retirar daqui reside no facto de terem sido os dois maiores partidos (PS e PSD) a elaborarem a Lei e cabe-lhe, agora, possuírem a faca e o queijo nas mãos para uma possível alteração. Se isto é a democracia da igualdade nos deveres e nos direitos, “vou aí e já venho” – como se diz na gíria”.

Isto só quererá dizer que todo e qualquer movimento que se torne incomodo para os partidos do sistema, vai ter a vida negra por parte dos donos e senhores desta pseudo-democracia da partidarite aguda.
E, todo e qualquer movimento que se assuma contra as políticas implementadas pelos partidos das alternâncias (PS/PSD) vai ter enormes barreiras para que a sua voz e propostas sejam ouvidas e discutidas no seio das populações.

Uma Democracia de igualdade nos direitos e nos deveres só se constrói com a voz de todos. Qualquer acto eleitoral só é “limpo” quando todos os que concorrem têm os mesmos direitos de exporem as suas opiniões e propostas ao eleitorado.
Na democracia actual, e fruto da máquina montada pela comunicação social, só existem dois partidos : - O PS e o PSD. Tudo o resto é só mera curiosidade em se saber se os restantes partidos tiveram mais votos ou menos em relação às eleições anteriores.

E assim lá vamos sendo “comidos” paulatinamente.
Agora sim o refrão do Hino da velha “Mocidade Portuguesa” tem, e faz, sentido:
- Lá vamos cantando e rindo. Levados. Levados sim
Manuel Abrantes

Comentários:
Estamos a avançar para um totalitarismo globalizante como nunca se viu. O governo da besta que lutará contra Deus na Terra está perto.
 
É um lindo hino com muito significado, o da Mocidade Portuguesa.
Um hino que o senhor ajudou a destruir e a esquecer.
Não gosta da democracia que ajudou a construir? Aguenta!
 
http://nacionalistaslivres.blogspot.com/2008/01/comunicado-ainda-outra-capitulao-o.html
 
Um Hino que ajudei a esquecer ?
Sabe como se intitula este blogue ?
- Estado Novo !
O que não quer dizer que defenda um regime corporativo para os dias que correm nem sequer quaisquer restrições aos direitos liberdades e garantias dos cidadãos portugueses.
Quanto ao gostar, ou não, da Democracia que – como o diz – “ajudei a construir”, está a cometer um erro mas a dizer, também, uma verdade.
Ou não lê o que por aqui se escreve ou pretende, apenas, provocar uma insinuação.
A Democracia não tem culpa dos atropelos cometidos pelos pseudo-democratas.
Sem Democracia dificilmente estaríamos aqui os dois a discutir o tema. Este, ou qualquer outro.
O amigo(a) faz-me lembrar alguns defensores dos totalitarismos estrangeiros (fascismo -por exemplo) que, quando são “apertados” gritam logo pelos “seus direitos democráticos”.
Sou um Nacionalista que luta por uma Democracia onde os valores da moral cristã, da família e do dever e do respeito para com a Nação sejam os seus pilares de base.
MA
 
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