sexta-feira, maio 02, 2008


NEM LIBERDADE SEM PÃO NEM PÃO SEM LIBERDADE



Agora já não é só o relatório de Primavera da Comissão Europeia a denunciar os tempos negros que se avizinham. Segundo a Lusa, responsáveis de organizações humanitárias portuguesas prevêem um quadro de fome em Portugal ainda mais grave do que o actual devido à subida em curso dos preços dos principais bens alimentares.


Segundo Isabel Jonet , presidente da Federação Portuguesa de Bancos Alimentares Contra a Fome, "a situação é preocupante" apelando à "serenidade" para "evitar corridas ao mercados" e à acumulação de bens alimentares que tem como consequência fazer disparar ainda mais os preços.


O endividamento familiar é outros dos campos que merecem preocupação.
Fernando Nobre, presidente da Assistência Médica Internacional (AMI), disse à Lusa que "as pessoas estão com a corda ao pescoço” atribuindo o endividamento familiar ao "aliciamento pelos bancos", o que teve como consequência o "empobrecimento da classe média”.


Por outro lado, dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística em Outubro de 2007 calculavam em dois milhões o número de pobres em Portugal o que equivale a um terço da população entre os 16 e os 64 anos.



Bem, perante tudo isto só podemos perguntar uma coisa:
- Onde se baseia esse optimismo tão promovido pelo senhor Sócrates?



Isto só me faz lembrar uma frase que foi apregoada logo no início deste regime Democrático.
-Nem liberdade sem pão nem pão sem liberdade.
Manuel Abrantes

Comentários:
Afinal não estamos todos melhores???
Não é o que o cidadão Sócrates apregoa, que há mais empregos que a Economia melhorou, que há mais investimentos estrangeiros, etc., etc.???
Não sei a que novos empregos se refere, pois daquilo que tenho tido conhecimento é de pessoas que ficam desempregadas, e as poucas que arranjam emprego, normalmente é a prazo ou com recibo verde, será a este tipo de emprego que se refere?
Agora o que tenho tido, é conhecimento de muita gente que se vai embora, seja para Espanha, ou para os restantes países europeus, ou ainda para África, especialmente para Angola.
Quanto à melhoria da Economia, não sei à qual se refere, na da maioria dos portugueses não é de certeza, pode é ser do seu círculo de amigos e de alguns banqueiros e grandes empresários, esses sim, começam a rebentar pelas costuras de gordos que estão, agora à maioria dos portugueses, só lhe resta abrir mais um furos no cinto para o poderem apertar ainda mais.
Aliás o actual 1º Ministro deve ter apostado que transformaria Portugal numa qualquer República centro-africana, e não falta muito que comecemos a ver a crianças com os ventres dilatados tal como vemos nos "paraísos" africanos, através da televisão.
É preciso dizer em alto e bom som, que Portugal caminha para a miséria de boa parte dos seus cidadãos e a única resposta que este Governo de extrema-direita ultra-liberal tem, é ainda liberalizar mais a precariedade dos empregos, de forma que as duas palavras, que cada vez mais se ouvem são: "precários e excluídos" e é apenas o início da escravatura que se está a instalar, pois há-de ser ainda bem pior, até por efeito da crise capitalista mundial, que está prestes a rebentar.
Penso que das duas uma; ou esta situação acaba numa ditadura dos "Governos dos Amos" ou desata tudo à bofetada, e depois não se sabe aonde vai parar.
Como se vê, este regime pseudo-democrático (não me refiro apenas a Portugal, mas no conjunto), que eleva o ultra-liberalismo à cadeira de Deus,um dia destes vai originar um "fogo-de-artifício" em que a 2º G.M., vai parecer uma brincadeira de crianças.
É caso para dizer: pobres crianças, que pais imprudentes estão a trazer ao Mundo, ainda vão acabar num qualquer crematório!
Um abraço.

LUSITANO
 
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