segunda-feira, julho 21, 2008


A FOME, A POBREZA E A VERGONHA POR E-MAIL


Enquanto o PS anda mais preocupado com o casamento entre pessoas do mesmo sexo à
União das Misericórdias Portuguesas chegam, todas as semanas, dezenas de pedidos de ajuda alimentar. Pessoas que evitam revelar o menos possível sobre si próprios e pedem ajuda para atravessar o período difícil que se vive e matar a fome.
Manuel Lemos, presidente da UMP, disse ao “Diário de Notícias” que, todas as semanas, chegam “dezenas de e-mails pedindo ajuda alimentar”

"São pessoas com um perfil diferente, que não vivem na miséria, mas estão à beira de entrar na pobreza", explicou ao DN, acrescentando que este é um fenómeno que se veio a sentir desde o início do ano, quando se intensificaram os problemas económicos.

Manuel de Lemos explica ainda que as misericórdias estão a sentir o impacto do aumento do preço dos alimentos e dos combustíveis, e da chamada crise, de duas formas. Por um lado, crescem os pedidos deste tipo e, por outro, o número de pessoas que tomam as suas refeições nas instituições.
Idosos que vinham almoçar uma vez por semana e agora aparecem todos os dias, tais como crianças e jovens. "Estas pessoas novas quando chegam para comer, põem-se a um canto, comem rápido e vão-se embora, pois sentem alguma vergonha. A situação é completamente diferente das outras que regularmente ali tomam as suas refeições", adianta Manuel de Lemos.

Isto é o que escreve um dos nossos jornais diários de grande expansão.
Para mim, isto, é a vergonha de todas as vergonhas. E, ainda, não batemos no fundo.
Não culpem o regime Democrático. A verdadeira Democracia não tem culpa dos incompetentes que têm governado este País. O que está podre é este sistema e não o tipo de regime.
Temos sido (des) governados pela incompetência, pelo abuso, pelo oportunismo e por um naipe de gente que a única coisa que “respeitam” são os seus interesses pessoais ou de grupo.
Que falta que faz hoje um D. Manuel da Silva Martins (ex-Bispo de Setúbal) para, e mais uma vez, pôr a classe política do poder a “bater fininho”.
Que falta faz….
Manuel Abrantes

Comentários:
A classe média que contribui e muito para o equilibrio do orçamento do estado, através dos seus inúmeros impostos, agora está falida e endividada.
Gostava de saber onde vai o estado buscar mais dinheiro.
 
Não meu Caro Abrantes, o que faz falta é um partido a sério e sério, que desmascare esta fantochada toda, que aturamos há 34anos, isso sim, precisamos disso e urgentemente, caso contrário, vamos todos para a fila da "sopa do Barroso".
E tens razão, ainda não batemos no fundo, apenas se iniciou a fase final de desmembramento deste pobre país.
Com a dívida externa gigantesca que temos, (possivelmente maior do que a dos EUA, se atendermos ao valor da dívida por cabeça e dos meios necessários de produção de riqueza para a pagar, que nós infelizmente, não temos), com o aumento dos combustíveis, com esta loucura que foi abrir as portas do país, quer a pessoas, quer a produtos manufacturados vindos do estrangeiro, isto sem qualquer controle e sem a adequação às possibilidades reais do país, ir-nos-á levar a um beco sem saída, em que esta "democracia" de papelão não tem armas suficientes para dar a volta, já não contando com a corrupção que por aí grassa (aliás, são todos ganhadores da lotaria) e com uma Justiça que é demasiado lenta e enfrenta demasiados engulhos, não vamos lá de certeza, por outro lado, acabámos com o "orgulhosamente sós" para passarmos a "orgulhosamente pedintes". Aquilo que se passa no país, não é mais do que o que se passa com as pessoas, estão completamente endividadas com as casas e com os cartões de crédito, pelo que nada sobra para fazer mover a Economia.
Por outro lado, tudo o que é fábrica, exloração agrícola ou pescas, fecha, e apenas abrem mercearias e centros comerciais, por sua vez altamente dependentes de produtos estrangeiros, pois preferem abastecer-se lá fora, contribuindo ainda mais para o agravamento da dívida externa, como é que havemos de dar a volta???
já há vários anos, que digo que a crise a sério começaria no 1º semestre de 2008, mas há-de vir com a força toda em 2010, aí é que iremos aguçar os dentes nas paredes para começar a roer troncos de árvores, até lá, até porque há eleições pelo meio, ainda andaremos a "brincar".
Para terminar, lamento que os portugueses tenham o mau hábito de falar muito e agir pouco, e é chegada a hora de se considerar a criação de associações cívicas e apolíticas, que defendam o cidadão desses predadores disfarçados de políticos, que por aí grassam.
Um abraço.

LUSITANO
 
Um partido a sério e alternativo só pode ser o Partido da Leberdade (P.L.).
 
Caro Manuel Abrantes,

o PNR reagiu, e muito bem, à questão do acordo ortográfico. Trair a nossa língua é trair Portugal! Passe por www.pnr.pt e verifique.

excelente iniciativa por parte do PNR!

Parabéns!
 
Mas isto nada têm a haver com o acordo ortográfico !
Estamos a falar das familias endividadas e dos seus problemas, e nada têm a haver com esse partido marginal que é o pnr (partido nazi e racista).
 
Pisadores da Bandeira Nacional

-Acabo de ler o artigo escrito pelo Sr. Manuel Abrantes, e não resisto o comentar o parágrafo no qual afirma que a culpa não é do regime mas do sistema (interessante jogo de palavras, como se não fossem interdependentes). -Qual foi o regime que permitiu a ascensão ao poder daqueles que têm enriquecida à nossa custa, que manipulam a justiça a seu belo prazer, bem como a feitura das Leis, que lhes permitem cometer toda a espécie de crimes, nomeadamente de sangue (caso de Sá Carneiro, Adelino Casta, ect................), que lhes permitem coleccionar reformas e outras mordomias descaradamente, que lhes permite venderem o património da Nação ao estrangeiro sem serem condenados por isso? -Não tem sido este regime que é definido como sendo democrático?
-Em vez de se arranjarem desculpas, julgo que é mais honesto enfrentar os problemas de frente (na gíria tauromáquica, seria enfrentar o touro (não dopado) pelos cornos!), e temos:
numa análise teórica, o regime democrático, será o mais acertado, pois permite que cada um mande naquilo que é seu (e Portugal pertence por igual a todos os Portugueses), que decida do futuro do País de forma colectiva (em vez de ser meis dúzia a fazê-lo) e que partilhe/participe da sua gestão e riquezas;
contudo, será que a classe política que temos tem ou está interessada em praticas princípios democráticos, ou só está interessada em falar em democracia, quando as suas reais intenções são outras?
Analisada a situação do País, nos últimos duzentos anos, verificamos que no geral, o regime parlamentarista/democrático (com raras excepções, exp: F.Pereira de Melo e Sá Carneiro), não tem passado de uma farsa, da qual meia dúzia se serve para enriquecer e viver bem... à custa da demagogia, enquanto que a maioria da população vive mal...muito mal! -A este propósito, chamo a vossa atenção para o que escreveu Eça de Queirós e Ramalho Ortigão sobre os políticos... há mais de cem anos, mas com enorme actualidade. De facto, inegavelmente, o único período em que o País teve um enorme desenvolvimento (e sem esmolas), foi em ditadura nonesta e benevolente, graças à acção de um HOMEM e dos colaboradores de que se soube reunir...., antes desta áurea época e depois, tem sido o descalabro, com a Nação a viver à custa das poupanças feitas pelos ostracizados (E. Novo agora, ordens Religiosas antes), ou à custa de esmolas!
-Goste-se ou não, o regime democrático que noutros Países tem permitido o desenvolvimento do HOMEM em muitos aspectos e permitido uma melhor repartição das riquezas nacionais, em Portugal, qual democracia 3.º mundista (tipo angolana, moçambicana, cubana, venezuelana, etc...), de há trinta e quatro anos a esta parte, tem servido para meia dúzia de parasitas viver à custa de todos nós, dando-nos migalhas de vez enquando (vésperas de eleições) para os mantermos no poleiro.
A culpa, em parte, é da Nação que não tem mostrado a necessária capacidade para mudar a situação..., mas muito em especial pela cobardia e falta de união de muitos que (embora honestos, poucos) estão na Política sem terem a necessária coragem de mostrar aos Portugueses os podres que conhecem (à excepção de A. João Jardim).
Recordo que no Estado Novo houve um Ministro da Agricultura que abusou das suas funções em seu proveito, o ESTADISTA soube, mandou averiguar, constatou-se que era verdade, escreveu-lhe uma carta a agrdecer os seus préstimos e demitiu-o! -Assunto resolvido de imediato sem a palhaçada a que estamos habituados... e serviu de lição para aqueles que gostariam de fazer o mesmo. -Hoje, águém é capaz de fazer o mesmo? -NÂO! -Porquê? -Porque ou são corruptos como eles... ou são una cobardes, que quanto muito, cacarejam, como se tem visto em relação à Lei anti-corrupção, todos fingem quere a sua mudança, mas na realidade, não querem!
-Acabo de assistir na televisão a uma anedótica publicidade, que serve para tapar a realidade: a publicidade pretendia sensibilizar-nos para os cuidados a tomar a fim de evitar incêndios na floresta (ainda existe?). Alguém já se indignou com esta palhaçada, dado que a maioria dos fogos são de origem criminosa, sabendo-se muito bem quem tem lucrado com a piromania? -NÂO! -Porquê? -Porque as verdadeiras razões são tapadas, na óptica: com isto lucras tu, com aquilo (roubo à Nação) lucro eu... e assim os nossos democratas políticos, filhos enteados e sobrinhos se vão governando à nossa custa!
Goste-se ou não, Portugal só é grande quando governado de forma autoritária por gente séria, caso contrário, é a palhaçada que sabemos, em que defensores de terroristas, responsáveis por crimes de lesa-pátria (descolonização), traficantes de diamantes e de influências, pisadores da bandeira nacional, aniquiladores dos valores históricos e morais da Nação, etc... chegam a ocupar altos cargos... e obviamente, o resultado só pode ser um, ei-lo!
A Bem da Nação
M. Lima
 
O primeiro e único programa de rádio feito em Portugal, de portugueses para Portugueses!

1ª Emissão em inícios de Agosto!

http://voznacionalsocialista.blogspot.com/
 
Num pais ha anos anestesiado e distraido -- e como o Portugal de hoje esta -- so atraves de uma maior deterioracao da economia e da vida social podem vir a ter lugar acontecimentos que provoquem as mudancas a fundo que sao necessarias ao pais.
E preciso que haja um aumento substancial da fome e do desemprego para que finalmente -- talvez, e se aparecerem os lideres com a coragem e determinacao necessarias -- o Povo saia a rua e exija mudancas profundas, radicais.

Entao esperemos que haja alguem do lado Nacionalista -- os Comunistas de hoje, desde que perderam a "trela que os amarrava a Moscovo, tem mostrado ser os mais Nacionalista na A.da R., se bem que nao sejam eles os ideias --que esteja a altura de entrar na cena e repetir um trabalho identico ao realisado ha 70 anos atras por Oliveira Salazar. Nao deve nem pode, obviamente, ser uma copia, pois os tempos sao outros. Mas usar certos principios que resultaram sem necessidade de usar violencia uma vez que existe uma apetencia do Povo portugues para eles. Um autoritarismo benigno por exemplo !
Os tempos sao outros dirao, mas os problemas sao identicos. E o Povo nao mudou em 100 anos. Como dizia e bem o Sr. M. Lima no seu apontamento acima...basta ler Eca, Ortigao ou Junqueiro para se concluir imediatamente quao pouco as "qualidades base" do portugues mudaram.
As solucoes para os problemas nacionais -- podemos hoje estar certos de que nao funcionam pois experimentou-se ja 2 vezes com resultados evidentes --decerto que nao passam nem pelo Liberalismo-Democratico nem pelo Socialismo Internacionalista covarde e multi-cultural.
O pais anseia por VALORES REAIS e o que tem recebido sao apenas mentiras e falso valores ( o ser "europeu", os "direitos" dos Homos, por exemplo?) impingidos aos povos pelas Elites Internacionais de Washington e Bruxelas a quem a defesa do nacionalismo patrio, da tribo, nao convem pois que nao servem seus interesses globalistas e lucrativos.

Renato Nunes
Carolina do Sul, EUA
 
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