domingo, setembro 07, 2008

AO CRIME VIOLENTO SÓ PODEMOS RESPONDER:
- VAMO-NOS A ELES!


O procurador-geral da República, Pinto Monteiro, quer reunir-se "o mais rapidamente possível" com os dirigentes dos órgãos de polícia criminal para criar unidades especiais de combate ao crime violento em Lisboa, Porto, Coimbra e Évora e para a criação de uma base de dados no departamento central do MPA formação de unidades especiais recolhe o apoio dos magistrados e está de acordo com o estipulado nos Estatutos do Ministério Público, que prevê a criação de equipas em determinadas situações.

O novo modelo passa pela criação de quatro unidades especiais nos DIAP - Lisboa, Porto, Coimbra e Évora -, com magistrados do MP "especialmente vocacionados para o combate à criminalidade especialmente violenta e altamente organizada" e com elementos das forças policiais que actuam neste tipo de crimes.

A FORÇA DA ORDEM SÓ SE IMPÕE COM A ORDEM À FORÇA

A ideia está correcta e é oportuna. Contudo, de nada servem estas iniciativas se a polícia não tiver a força necessária para actuar. E, basta ler na imprensa as opiniões dos sindicatos e demais organismos associativos para ler a palavra “cuidado”.
O sindicato dos Magistrados do Ministério Público diz que estas estruturas devem ser "utilizadas com muito cuidado, em situações muito especiais"

Mas “cuidado” porquê no crime violento ?

Na violência não há “meias-violências”. Não se combatem crimes desta natureza com paixões doentias dos “direitos humanos”.
Se os criminosos e assassinos não têm compaixão pela sociedade porque razão – esta - deve ter compaixão por eles ?
Pessoalmente, sou defensor dos “direitos humanos” deste que, esses mesmos direitos, não sirvam para estrangular os meus direitos.
O crime organizado, o terrorismo e a violência desenfreada declarou guerra aberta à sociedade. Cabe, agora, à sociedade responder com a mesma moeda. E, na guerra morremos e matamos.
Eu sei disso por experiência própria como ex-combatente na guerra do Ultramar Português.

Deixemo-nos de “paninhos quentes” face ao crescimento assustador do crime organizado. Senão declaramos guerra aberta, quando acordar-mos será tarde demais.
Manuel Abrantes

Comentários:
Abrantes

Eu tenho a sensação que esta suposta "reacção" à criminalidade não passa de uma encenação. Em Odivelas levaram o Corpo de Intervenção, os GOE, a Brigada de Explosivos e umas centenas de operacionais. Tudo para prender um velho e o filho.
Já anunciaram que no mês de Agosto a polícia deteve umas centenas de suspeitos, mas não dizem quantos libertaram no dia a seguir (ou no próprio dia!).
Portugal não precisa de umas quantas medidas contra o crime. O país tem é que ser dirigido por um GOVERNO CONTRA O CRIME.

DuxBellorum
 
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