segunda-feira, setembro 29, 2008


PARTIDO DA LIBERDADE ( OU QUALQUER OUTRO DO GÉNERO)
- A MINHA OPINIÃO PESSOAL.

Em primeiro lugar assumo-me como Nacionalista e em Portugal, até ao momento, o único partido que se assume como tal é o Partido Nacional Renovador. Portanto, quando se fala em “partidos nacionalistas” só podemos discutir o PNR e as suas acções. Tudo o resto são partidos que se assumem dentro da dicotomia das “esquerdas-direitas”.
Como Nacionalista rejeito essa dicotomia por a considerar desagregadora da unidade Nacional. Como Nacionalista luto por essa unidade e, jamais, entro por qualquer caminho de clubismos partidários de esquerdas ou de direitas.
Respeito a Democracia partidária mas não acredito, na forma como está, que ela conduza à Unidade Nacional . Os partidos são fundamentais em Democracia mas não podem ser o único caminho e a única forma de prática Democrática.
Defendo o sistema pluri-partidário mas não concordo que ese sistema seja o pilar de base de uma Democracia.
Uma Democracia, baseada apenas nos partidos, já deu provas suficientes que não conduz a nada a não ser ao compadrio politico e às cenas tristes que assistimos diariamente.

Mas falemos do Partido da Liberdade.
È um partido que se assume no campo da “direita” e que, por isso, será mais um partido que irá lutar por um espaço neste sistema. Tem, por isso, todo o direito de existir e de lutar pelo seu espaço político.
Não é – pelos menos assim se assume na sua declaração de princípios - um partido assumidamente Nacionalista. Por isso não me preocupa se é, ou irá ser, um mero partido regional ou se tem pretensões nacionais.
Não me interessa porque não faz parte da minha ideologia politica.
Mas, não deixo de saudar o seu aparecimento, porque fazendo fé nas posições da sua primeira-signatária, Drª Susana Barbosa, respeita os Nacionalistas e está disposto à troca de ideias e, até, a acções conjuntas.
Susana Barbosa deu provas, enquanto dirigente do PND, da sua disponibilidade para acções conjuntas com os Nacionalista. Deu provas e assumiu-as publicamente.
Isto é um facto indiscutível!!!
Se foi por mera estratégia politica/partidária, ou não, o fundamental é que assumiu posições na defesa dos Nacionalista. E assumiu-as não só dentro da “Nova Democracia” como publicamente através dos órgãos de comunicação social.

Por este facto – pessoalmente – saúdo e desejo que este partido se imponha na cena politica Nacional.
Não sigo a sua ideologia mas respeito – e muito!! – os seus princípios de estratégia politica. Posso apoiar e concordar com muitos pontos da sua Declaração de Princípios mas, para mim, não é o suficiente para que me identifique com ele.

E, quanto ao Nacionalismo, não me incomoda o aparecimento de mais organizações assumidamente como tal. Isto, porque o único partido Nacionalista – o PNR – não conseguiu, pelo menos e até ao momento, ser o grande unificador da causa Nacional. E, como o não conseguiu até aos dias de hoje, tenho muitas dúvidas que alguma vez venha a ser congregador da causa Nacional.
Não vou dizer que é “pena”. Não! Porque em política essa palavra não existe.
Manuel Abrantes

Comentários:
O PL é Nacionalista.

PRINCÍPIOS PROGRAMÁTICOS DO PL
1. As bases filosóficas do PARTIDO DA LIBERDADE são o NACIONALISMO e o MUNICIPALISMO.
2. O Partido defende o primado da PÁTRIA, que, como VALOR SUPREMO, será a referência maior do seu pensamento e da sua acção política.
3. O conceito de PÁTRIA é, para o Partido, a conjugação de diversas circunstâncias – TERRITÓRIO, ETNIA, ECONOMIA, IDIOMA, HISTÓRIA, CULTURA, TRADIÇÕES, COSTUMES, VONTADES e, sobretudo, o SENTIMENTO de afecto e de pertença inerente ao passado nacional, que deve projectar-se no futuro.
4. O Partido defende que a NAÇÃO é a PÁTRIA organizada administrativamente pelo ESTADO. Esta organização assentará nos princípios da democracia directa defendida pelo MUNICIPALISMO.
5. Como MUNICIPALISTA, o Partido defende a criação de patamares intermédios de governação, cujos órgãos resultarão exclusivamente da participação directa de todas as organizações espontâneas dos cidadãos.
6. O Partido defende que o ESTADO deverá assumir totais responsabilidades apenas nas áreas, da DEFESA, da SEGURANÇA INTERNA, do AMBIENTE, dos RECURSOS NATURAIS e da ENERGIA. Deverá ainda exercer controlo, no âmbito da Lei, dos restantes patamares da governação.
7. O Partido defende uma NOVA CONSTITUIÇÂO expurgada de conteúdo ideológico, consagrando os direitos, deveres, liberdades, responsabilidades, garantias e obrigações dos cidadãos.
8. O Partido defende que a FAMÍLIA NATURAL é a célula base da Sociedade, rejeitando, neste campo, o primado do indivíduo, cujos valores e interesses se devem submeter aos interesses e valores da Família.
9. O Partido defende o SERVIÇO MILITAR universal e obrigatório.
10. O Partido defende o ESTADO DE DIREITO e a DEMOCRACIA – quer REPRESENTATIVA, quer DIRECTA - como forma de regulação colectiva da governação.
11. O Partido rejeita a GLOBALIZAÇÃO Económica, Financeira e Cultural, por atentatória da Identidade e da Independência das nações.
12. No contexto europeu, o Partido defende uma EUROPA DE NAÇÕES, onde as IDENTIDADES NACIONAIS sejam preservadas, rejeitando liminarmente intervenções supranacionais que visem uniformizações contrárias a hábitos culturais e tradições nacionais.
13. O Partido defende a existência de uma MATRIZ CRISTÃ na Europa, rejeitando cultos alheios a essa matriz. O Partido rejeita, também, todas as formas de Multiculturalismo.
14. O Partido opõe-se à adesão, à UE, de países não europeus.
15. O Partido reclama para o Estado, sobretudo por razões de preservação da IDENTIDADE NACIONAL, o direito de controlar a Imigração.
16. O Partido defende o jus sanguinis como principal critério de atribuição da NACIONALIDADE portuguesa.
17. O Partido é favorável à INICIATIVA PRIVADA numa ECONOMIA de LIVRE CONCORRÊNCIA. Defende, porém, a legitimidade da intervenção estatal no sistema económico, sempre que estejam em causa fortes razões de carácter social.
18. O Partido defende a existência de organizações SINDICAIS e PATRONAIS fortes, activas e socialmente empenhadas. O Partido condena as formas de luta de que resulte prejuízo para terceiros.
19. O Partido defende JUSTIÇA célere, firme e justa, SAUDE de qualidade e ENSINO de excelência, exercidos nos diversos patamares da governação.
20. O Partido defende uma eficaz ASSISTÊNCIA SOCIAL em colaboração estreita com as organizações locais a ela vocacionadas.
 
Sr Anónimo de Cima
Também sofrem da doença do anonimato ?
Aceito plenamente que diga que o PL é Nacionalista.
Tudo Bem!
A Declaração de Princípios aponta, em muitos aspectos, para isso.
E está bem claro.

Mas. Repare:
A 1ª Signatária, Drª Susana Barbosa, que tenho o prazer de conhecer pessoalmente, escreve em título o seguinte:

Partido da Liberdade - A direita que falta a Portugal

Daqui se depreende que o espaço político que pretendem ocupar é o da “DIREITA”.
E é neste espaço que se definem.
Tudo bem!
Ora, os Nacionalistas abominam por completo esta dicotomia de esquerdas e de direitas. O que separa os Nacionalistas de uma certa “direita” é, precisamente, este facto.

E, que eu saiba, jamais li ou ouvi a Dr.ª Susana Barbosa assumir-se como Nacionalista.

E cito o nome da Drª Susana Barbosa porque é a grande impulsionadora do projecto (penso eu …) e a cara mais visível.

Mas nada disto é negativo!
Que o PL seja a grande e a verdadeira “Direita” em Portugal é o que eu desejo.
Até porque os principais impulsionadores do PL – os que conheço é claro… - já deram provas do respeito pelos Nacionalistas e muitos, pessoalmente, assumem-se como tal.
E são! E com provas dadas e desde há muito tempo.

O aparecimento do PL, para mim – Nacionalista – , é visto com muita satisfação e muita expectativa positiva.
Eu gostaria de ver uma “direita” – ou lá como se intitulam – forte e coerente.
Que sejam!
Merecem o meu respeito. E devem merece-lo por todos os que se assumem como Nacionalistas.

Manuel Abrantes
 
Manuel Abrantes
-Assino no fim

Para si só é nacionalista quem se assume como tal?
Este partido, só agora visitei o seu site, diz declaradamente que é nacionalista.
Não lhe chega ?

Mário Andrade Sobral
 
Sr Mário Andrade Sobral

O rosto e a voz – até ao momento – do Partido da Liberdade é a sua 1ª Signatária. Dr. Susana Barbosa.
Neste espaço já transcrevi várias peças suas. E em nenhuma delas se identificou com o Nacionalismo como força política.
O que não quer dizer que não seja patriota e defensora dos valores da família e das tradições. No fundo - pelo que conheço (pouco…) – é talvez seja mais Nacionalista do que muitos Nacionalistas assumidos.
Mas para o ser é necessário, em primeiro lugar, assumir publicamente que o é.
Mas – penso. Penso…- que se assume como de “direita” e não como outra coisa.

Na minha opinião este partido luta pelo espaço politico na Direita Portuguesa.
Bem!
Se alguma vez se assumir, publicamente, como Nacionalista então o caso muda de figura na medida em que propõe aglutinar todos os que, se assumindo dentro do Nacionalismo, entrem no seu projecto politico.
Mas penso que não é esse o seu objectivo, mas sim aglutinar todas as franjas de uma direita descontente com o CDS/PP e até do PSD. Isto já não falando da moribunda “Nova Democracia”
MA
 
M. Abarntes
Porque não forma um partido
 
Sr anonimo
Porque não velo necessidade disso.
E, como Nacionalista, entendo que deve ser muito bem clarificado o que é ser Nacionalista.
Não dislumbro outra forma de que não seja a DEmocracia directa.
Como ?
Com uma Assembleia Legislativa e outra Corporativa ?
São questões como esta que têm de ser clarificadas e definidas para que possamos apresenta-las às populações.
Manuel Abrantes
 
Não querendo ofender ninguém, mas parece-me, que, ou eu percebi mal, ou há aqui uns "ligeiros" equívocos, senão vejamos:
Dizem nos pontos:

11. O Partido rejeita a GLOBALIZAÇÃO Económica, Financeira e Cultural, por atentatória da Identidade e da Independência das nações.
12. No contexto europeu, o Partido defende uma EUROPA DE NAÇÕES, onde as IDENTIDADES NACIONAIS sejam preservadas, rejeitando liminarmente intervenções supranacionais que visem uniformizações contrárias a hábitos culturais e tradições nacionais.

Mas, mais à frente declaram:

14. O Partido opõe-se à adesão, à UE, de países não europeus.

O que pressupõe, que o PL concorda com a continuação de Portugal na UE, ora não me parece que a UE fosse constituída para manter uma "Europa de Nações", antes pelo contrário, aponta na direcção duma federação, quiçá, mesmo no desmembramento das Nações, constituindo um Estado unitário, como resultado duma "Globalização Económica, Financeira, e Cultural" o que é claramente atentatória das independências e identidades nacionais, e tudo como resultado duma "intervenção supranacional", como é que, conciliam então estes dois pontos de vista completamente antagónicos???
Por um lado querem uma Nação independente-Portugal-por outro, ao oporem-se a que a UE não aceite países não europeus, aceitam tácitamente a continuidade de Portugal nessa amálgama de Nações, rapidamente a caminho da desintegração ds Nações a ela (UE), aderentes, não é já o que acontece? Não estamos já, sujeitos aos ditames de Bruxelas, que mais não é do que uma instãncia supranacional???
Parece-me que há aqui um grande equívoco, ou querem manter a independência de Portugal (que já não há), e então não poderemos continuar numa organização supranacional, que já superintende grande parte da política nacional, ou então, se aceitam a continuidade de Portugal na UE, não podem defender a tal independência nacional.
Ou às 2ª, 4ª e sextas defendem a integração de Portugal na UE, e às 3ª, 5ª e sábados defendem a "independência nacional", aproveitando o domingo para porem as ideias em ordem?

Mais à frente, lê-se esta "ingenuidade":

15. O Partido reclama para o Estado, sobretudo por razões de preservação da IDENTIDADE NACIONAL, o direito de controlar a Imigração.

Mas então quem queriam que controlasse a Imigração, os padeiros e os merceeiros?
Não é competência e obrigação de qualquer Estado, controlar os movimentos de entrada e saída dos cidadãos, logo, da Imigração???

Outra "pérola":

17. O Partido é favorável à INICIATIVA PRIVADA numa ECONOMIA de LIVRE CONCORRÊNCIA. Defende, porém, a legitimidade da intervenção estatal no sistema económico, sempre que estejam em causa fortes razões de carácter social.

Mas numa "Economia de livre concorrência" há por acaso alguma preocupação de "carácter social"? Quem é que tem essa preocupação, os lóbis económicos???
Está-se mesmo a ver, não está???

Mas não se ficam por aqui, no ponto a seguir, esta é de morte;

18. O Partido defende a existência de organizações SINDICAIS e PATRONAIS fortes, activas e socialmente empenhadas. O Partido condena as formas de luta de que resulte prejuízo para terceiros.

Mas há alguma "forma de luta", que não resulte em "prejuízo para terceiros"???
Digam lá aonde? Se não resultasse em benefício para uns e prejuízo para outros, não existia nenhuma forma de luta, haveria antes concórdia, ou estarei a ver mal???
Mais valia dizerem que condenavam a luta de classes, isso sim, esse é um princípio nacionalista, agora essa de condenar lutas que não resultem em prejuízos de terceiros, é de cabo de esquadra.
Bom, fico-me por aqui, senão ainda levo com algum tijolo na cabeça.
Um abraço para ti meu caro Abrantes e cumprimentos para os demais.

LUSITANO.
 
No meu comentário anterior, não quis de forma alguma "abater" o PL, que tem toda a legitimidade de existir, o que critiquei, e de uma forma ligeira, tentando ser o mais construtivo possível, é que não basta dizer que se é um partido nacionalista para o ser de facto, é que, segundo os princípios enunciados, estes acentam melhor num partido liberal, talvez com algum pendor nacionalista, mas sem o ser na sua essência.
Dou um exemplo, nenhum verdadeiro partido nacionalista pode aceitar a permanência do seu país numa organização do género da UE, organização supranacional desintegradora das identidades nacionais, e das próprias nações, até porque não havendo identidades nacionais não pode haver nações cujo princípio acenta precisamente nisso.
É um facto, que pouco podem fazer os nacionalistas contra isso, mas não é pela permanência de Portugal na UE ser um facto práticamente consumado, que temos de aceitar isso, pois ao aceitarmos essa integração estamos a repudiar o princípio básico de qualquer nacionalismo, que é a independência nacional.
Claro que há quem queira apesar disso, chamar-se nacionalista ou no caso do PL concretamente, de partido nacionalista, mas se aceita a intromissão na condução da política nacional de estrangeiros, como é que pode então conciliar ambas as coisas? Quanto a mim, estão a enganar-se a eles próprios.
Claro que não sou ingénuo e sei que uma coisa é desejarmos uma situação ideal, outra é a realidade, e daí saber que vivemos num Mundo cada vez mais, não globalizado (que isso sempre existiu desde que o homem se deslocou para fazer trocas de géneros e por aí fora, o que é perfeitamente natural e não vem mal ao Mundo por via disso), mas mais "mundializado", ou seja, em que cada vez menos gente controla o destino do Mundo, logo dos países e nações.
Claro que quando se fala da legitimidade da intervenção do Estado no sistema económico, não precisamos de viver em nenhum regime nacionalista para que isso aconteça, vê-se nesta presente altura, em que países de economias ultra-liberais, como os EUA, a Grã-Bretanha, até a própria Alemanha, estão a "nacionalizar" bancos e outras instituições financeiras, claro que "nacionalizam" os prejuízos-pagos pelos contribuintes-enquanto o que ainda restar de interessante nessas instituições é entregue aos grandes bancos, ficando estes ainda maiores. Como se vê, até os países cuja filosofia política é a livre iniciativa e a livre concorrência até aos últimos limites, também fazem "intervenções estatais", mas não é este tipo de intervenções "a posteriori" que o verdadeiro nacionalismo defende, as "intervenções estatais" começam quando se estabelecem as regras do jogo, prevenindo situações do género "D. Branca", que é o que são estas operações especulativas e que conduziram a este esfrangalhar de muitas instituições financeiras, com mais prejuízos para os Estados e para os cidadãos comuns, do que para os verdadeiros responsáveis, que esses ficam sempre com o rabo de fora.
Por isso, um verdadeiro Estado nacionalista não tem de ser contra a iniciativa privada, o que tem é de estabelecer regras muitos rigorosas para prevenir situações como as actuais, que podem levar em casos extremos, a situações de grave instabilidade entre nações, prova disso são as duas guerras mundiais, que na sua génese, tiveram sempre problemas económicos que levam ao extremismo político.
Também vários sectores estratégicos devem ficar sempre nas mãos do Estado, assim, as energias, a água, o petróleo, os transportes e as comunicações devem ser sectores estritamente estatais, uma vez que são fundamentais para o desenvolvimento e controle económico da Nação, não tendo em contrapartida, lógica nenhuma que o Estado tenha fábricas de papel higiénico, como já aconteceu.
A Economia, deve ser num Estado nacionalista, controlada de forma a que permita um equilíbrio entre os vários agentes económicos, ao contrario das democracias liberais, em que, os maiores engolem os mais pequenos, acabando a Economia por ficar nas mãos de meia dúzia de lóbis, tornando estes de tal forma poderosos, que acabam, ou por controlar, ou chantagear o próprio Estado, basta ver por exemplo o que se passa em Portugal, os grandes lóbis é que mandam nos políticos e se estes levantam a garimpa, são logo ameaçados de ficarem com uns tantos milhares de desempregados nas mãos, ou por caso isso não é verdade?
Como se vê, criar um partido nacionalista é mais do que se dizer apenas que se é um " partido nacionalista".
Para além disso e como muito bem disseste, um partido nacionalista não se situa nem à Direita nem à Esquerda, repudiando esses termos, hoje praticamente já sem significado real.
Um abraço.

LUSITANO
 
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