terça-feira, dezembro 09, 2008


ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
OS SENHORES GAZETEIROS


O “Diário de Notícias” fez as contas à presença dos deputados no plenário, desde o início do ano, nos três dias da semana em que há sessões plenárias.
Conclusão: mesmo sendo por vezes dia de votações, os parlamentares faltam muito mais à sexta-feira. A reunião com maior assiduidade é a de quinta. Segundo estudo do matutino as faltas dos deputados às reuniões plenárias de sexta-feira, no Parlamento, atingem quase o dobro das ausências registadas nos outros dias. O DN fez as contas às faltas dos parlamentares, desde o início deste ano, nos três dias em que há sessões plenárias na Assembleia da República. As reuniões de sexta contam 640 faltas. Já a quinta-feira, meio da semana, é o dia de maior assiduidade - regista 341 ausências. Nos plenários de quarta-feira houve 389 faltas.Na esmagadora maioria trata-se de faltas justificadas - a invocação de trabalho político é campeã nas justificações apresentadas pelos deputados. Em segundo lugar como motivo de ausência surge a doença, mas a grande distância da primeira. Dos números citados está excluída a não comparência nas sessões devido a missão parlamentar.
O total de 1370 faltas dos deputados (o registo de presenças está disponível no site da Assembleia da República) reporta-se aos quase 100 plenários realizados desde o mês de Janeiro até 18 de Julho - data em que os trabalhos parlamentares interromperam para férias -, retomando a 17 de Setembro e até ao final do mês de Novembro. Os dados tornam evidente a menor assiduidade dos deputados à sexta-feira. No primeiro plenário da semana, à quarta, é raro o número de ausências ultrapassar as duas dezenas. E à quinta-feira menos ainda. Chegados à sexta, o panorama muda completamente de figura - foram 14 os plenários em que faltavam mais de 20 deputados nas bancadas.


Bem!
Esta situação já não é novidade para ninguém. Muitos ( nem todos…) dos senhores deputados “brincam” à política.
Mas o problema não está só no “brincar à política”. Estes senhores ganham vencimentos chorudos e possuem mordomias consideráveis. E, quem paga tudo isto é o Zé pagode.

E, segundo o DN, as faltas nas “sextas-feiras” são justificadas (???) com motivos de doença e actividade política.
Logo à sexta-feira, né ?
Segunda e Terça não trabalham porque estão em “reflexão”. À quarta aparecem para assinar as presenças. Às Quintas preparam-se para mais um fim-de-semana prologado.
Às Sextas, arranjam as desculpas mais esfarrapadas e baldam-se para o fim-de-semana.

E, juraram servir o Povo….

Bem, lá vou ser chato e ter de recordar palavras de António de Oliveira Salazar.
Em 1924 –muito antes de ter qualquer cargo político - , no jornal Novidades , Salazar escreveu: “ Não aspirar ao poder como um direito, mas aceitá-lo e exerce-lo como um dever”.
E, ele exerceu-o nessa perspectiva. Numa das suas frases em Agosto de 1968 e relembrada no livro de Franco Nogueira, Salazar disse:
“ No dia em que abandonar o poder, quem voltar os meus bolsos do avesso, só encontrará pó”.

E na antiga Assembleia Nacional, com todos os seus defeitos, as baldas e a gazetiçe eram coisas desconhecidas. Sabem porquê?
Porque a porta de entrada era a mesma da saída.
Manuel Abrantes

Comentários:
Muito bem escrito este artigo, Manuel Abrants, por este andar o PSD vai fechar as portas................
 
Movimento de Unidade Nacional

Comunicado N.º 1

Consciente das suas responsabilidades sociais e políticas, para com o futuro de Portugal, que colocam acima de todos e quaisquer interesses individuais, um grupo de portugueses decidiu constituir o Movimento de Unidade Nacional (M.U.N.), cujos Estatutos e Programa em breve serão anunciados.
Para anunciar a sua fundação, escolheu o Vimieiro (Santa Comba Dão), terra de um dos mais Ilustres Portugueses, António de Oliveira Salazar, e o dia 8 de Dezembro, Dia de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Portugal.
Portugal e o regime estão em profunda crise, a qual se tem agravado nos últimos cinco anos, mercê do aparecimento das consequências de erradas políticas sociais, económicas, financeiras, educativas, de saúde e de justiça, desenvolvidas nos últimos trinta e quatro anos, o que levou ao descrédito Nacional e Internacional da classe política que nos tem governado, e por arrastamento, de Portugal. Algumas das consequências dessas políticas, são o elevado número de desempregados e o elevado número de pobres, o encerramento/falência continuada de empresas de vários sectores industriais, o continuado aumento de criminalidade, como nunca se tinha assistido e que não faz parte do nosso historial, a deterioração dos sistemas educativo, da saúde e da justiça, visíveis nos analfabetos funcionais existentes, do êxodo populacional do interior para o litoral, assim como no atraso/estranhas sentenças emitidas pelos meios judiciais.
Tendo a Nação e a sua tradicional independência, como princípios orientadores da sua acção, o Movimento de Unidade Nacional tem as suas raízes nos oito séculos de História da Nação Portuguesa, mas de olhos postos no futuro, cuja vitória começa hoje, para bem de todos os Portugueses, em especial da Juventude, que são o futuro de Portugal.
No MUN, têm lugar todos os Portugueses –de todas as raças e etnias- que queiram contribuir para a reconstrução do País, lutando dentro da legalidade, por maior justiça e equilíbrio social, bem como na defesa dos Direitos básicos de todos os Portugueses trabalhadores e honestos. As nossa fileiras estarão abertas a todos aqueles que queiram Defender a Nação Portuguesa, aquém e além-fronteiras e que têm fé num Portugal Uno e Indivisível, que tem um grande desafio pela frente..., e vai vencê-lo!

Viva Portugal! -Viva!

Santa Comba Dão, 8 de Dezembro de 2008
 
Movimento de Unidade Nacional

Comunicado N.º 1

Consciente das suas responsabilidades sociais e políticas, para com o futuro de Portugal, que colocam acima de todos e quaisquer interesses individuais, um grupo de portugueses decidiu constituir o Movimento de Unidade Nacional (M.U.N.), cujos Estatutos e Programa em breve serão anunciados.
Para anunciar a sua fundação, escolheu o Vimieiro (Santa Comba Dão), terra de um dos mais Ilustres Portugueses, António de Oliveira Salazar, e o dia 8 de Dezembro, Dia de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Portugal.
Portugal e o regime estão em profunda crise, a qual se tem agravado nos últimos cinco anos, mercê do aparecimento das consequências de erradas políticas sociais, económicas, financeiras, educativas, de saúde e de justiça, desenvolvidas nos últimos trinta e quatro anos, o que levou ao descrédito Nacional e Internacional da classe política que nos tem governado, e por arrastamento, de Portugal. Algumas das consequências dessas políticas, são o elevado número de desempregados e o elevado número de pobres, o encerramento/falência continuada de empresas de vários sectores industriais, o continuado aumento de criminalidade, como nunca se tinha assistido e que não faz parte do nosso historial, a deterioração dos sistemas educativo, da saúde e da justiça, visíveis nos analfabetos funcionais existentes, do êxodo populacional do interior para o litoral, assim como no atraso/estranhas sentenças emitidas pelos meios judiciais.
Tendo a Nação e a sua tradicional independência, como princípios orientadores da sua acção, o Movimento de Unidade Nacional tem as suas raízes nos oito séculos de História da Nação Portuguesa, mas de olhos postos no futuro, cuja vitória começa hoje, para bem de todos os Portugueses, em especial da Juventude, que são o futuro de Portugal.
No MUN, têm lugar todos os Portugueses –de todas as raças e etnias- que queiram contribuir para a reconstrução do País, lutando dentro da legalidade, por maior justiça e equilíbrio social, bem como na defesa dos Direitos básicos de todos os Portugueses trabalhadores e honestos. As nossa fileiras estarão abertas a todos aqueles que queiram Defender a Nação Portuguesa, aquém e além-fronteiras e que têm fé num Portugal Uno e Indivisível, que tem um grande desafio pela frente..., e vai vencê-lo!

Viva Portugal! -Viva!

Santa Comba Dão, 8 de Dezembro de 2008
 
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