terça-feira, fevereiro 03, 2009


PARTIDO DA LIBERDADE
JÁ RECOLHEU AS 7.500 ASSINATURA


Segundo o jornal “Público” e a Lusa o Partido da Liberdade (PL) já reuniu as 7500 assinaturas para formalizar a sua inscrição no Tribunal Constitucional (TC), estando a "ultimar o programa", segundo a sua líder, Susana Barbosa.
A primeira signatária do PL, ex-dirigente do PND, recolheu as assinaturas necessárias para avançar junto do Tribunal Constitucional com a constituição do novo partido que define como sendo de "nova direita".
O Partido da Liberdade "implanta-se num vazio da direita portuguesa", garante Susana Barbosa, apresentando o PL como "uma nova direita", que se posiciona à direita do actual espectro político, mas "sem extremismos" e com base num "nacionalismo moderado e democrata".
Aguardando a aprovação do TC, Susana Barbosa refere que toda a documentação está a ser "ultimada", nomeadamente o programa do partido.
Entre outros princípios programáticos, o PL rejeita a globalização económica, financeira e cultural por "atentória da identidade e da independência das nações".
Além da oposição à integração de países não europeus na União Europeia, o PL defende também a preservação da identidade nacional numa Europa de nações.
Em Janeiro de 2008, Susana Barbosa, fundadora do Partido da Nova Democracia (PND) anunciou a sua desfiliação do PND em "rota de colisão com Manuel Monteiro", justificando a sua saída com a expulsão da ala nacionalista que a apoiava na sua candidatura contra a direcção do partido.
A propósito da recente eleição de Maria Augusta Montes para líder do PND, Susana Barbosa acrescentou apenas que não vê "esta solução como minimamente fiável", alegando ainda que "o PND é um partido moribundo, sem futuro e sem ideias novas".


È uma noticia que saúdo com esperança.
Não me parecendo o PL um partido assumidamente Nacionalista não deixa de ser um partido muito próximo desta linha.
Susana Barbosa – sua 1ª signatária – já demonstrou, por diversas vezes, o seu respeito por todos os que se assumem de Nacionalistas e que respeitam os princípios básicos da liberdade e dos direitos cívicos.
Espero que este projecto venha fortalecer a política em Portugal.
Manuel Abrantes

Comentários:
porque é que não lhe parece um partido assumidamente Nacionalista?

é óbvio que não é germanófilo :)
O PL, rege-se por principios democráticos e tem saudades do futuro, não do passado
 
finalmente uma alternativa credível

viva Portugal livre e independente
 
Nós do PNP saudamos o PL e como sabemos que é nacionalista, não germanófilo, mas portugês e luistano, terão sempre o nosso apoio.


PNP
 
Sr Alberto.
Se publiquei o que publiquei foi porque conheço os principais mentores do PL assim como o que levou à formação deste partido.

Ser Nacionalista não obriga a ser "germanófilo" nem saudosista do passado.
Isso é o que comunistas e afins nos acusam.
Saúdo o PL e tenho muito respeito por esse novo partido e- MUITO ESPECIALMENTE - pela sua 1ª subcritora.
DRª Susana Barbosa
Manuel Abrantes
 
É verdade, nos no PNP subscrevemos o que diz aqui Manuel Abrantes.

Lembramo-nos que quando andavam a levantar as assinaturas, nós asssinamos com todo o gosto, pois o programa da Dra. Susana Barbosa, é de se louvar.

Mulheres como esta é que Portugal precisa, e Aveiro continua a ser o bastião da direita em Portugal.

Muito êxito para o PL, é o nosso desejo.

E acabem de uma vez para sempre em misturar nacionalismo com germanofilismo, pois isto só denigre a imagem dos nacionalistas
em Portugal, não só perante a Comunicação Social, como perante o Público.
Já faz lembrar os comunistas, que se preocupavam mais com os interesses da União Soviética do que com os de Portugal, muitos falando russo correctamente e desejando ser russos.

Muitos nacionalistas germanófilos, gostariam de ser alemães e muitos falam alemão.................mas o que é isto? nacionalismo? Só se for nacionlismo alemão.

Já agora queria aqui lembrar duas coisas:

1- que fique aqui para sempre lembrado de que os almemães apologistas da raça pura ariana não gostam dos portugueses que são latinos e não se enquadram nas aspirações deles de uma raça pura e loura.

2- Por causa disto e de outras a entrevista do Nuno, que vai ás eleições pelo Parlamento Europeu ainda não foi publicada no Jornal do Notícias, ou seja foi simplesmente metida na "gaveta". Se foi, então que alguém nps d~e a data, para podermos lê-la

3-Abram o link em http://www.zasucks./com, um link de nacionalistas sulafricanos, e vão lá ler um artigo em que um dos intervinientes falam de um portugues casado com uma sulafricana, e em que os filhos são louros..............quer dizer afinal esse sulafricano chegou á conclusão de que os portugueses são brancos????????
 
há certos Nacionalistas que vão votar no CDS.
mas mais vale votar no PL, do que no CDS que está a anos luz do Patriotismo.
Ao contrário do Partido da Liberdade
 
O C.D.S.-P.P. podia ser hoje um forte partido politico, com implantacao a nivel nacional e porta-voz de toda uma DIREITA Conservadora e Nacionalista que anseia pela manutencao dos valores tradicionais lusitanos ...DEUS, PATRIA e FAMILIA que ainda nao igualados ou ultrapassados -- antes pelo contrario, cada vez sao mais necessarios para impedir a desagregacao total do que resta de Portugal depois de 30 anos de esquerdismo -- e que facilmente batem os "Novos Valores" impingidos pelos abutres do Politicamente Correcto.

TODOS esse novos valores ( especialmente o Multiculturalismo e o Relativismo Moral ) sao falsos valores de fabrico estrangeiro e criados apenas para controlar os povos e servir bem o Grande Capital Globalista Euro-Americano que nos deu a crise Mundial que temos pela frente e que esta para ficar talvez por varios anos.

O CDS-PP podia muito bem ser hoje um partido florescente e em ascendencia em vez de ser um partido que -- tal como o P.C.P. --caminha lentamente para a extincao e nunca conseguindo assim ter deixado de ser mais que um pequeno partido regional.

Infelizmente a ascensao de Paulo Portas a direccao do partido -- ao contrario do que eu tanto esperava --, teve o condao de afastar o C.D.S. das centenas de milhares de portugueses que estao verdadeiramente fartos de Esquerdismos e Socialismos e que assitem frustrados ao resvalar lento de Portugal para a miseria geral enquanto uns quantos se "abotoam" muitissimo bem, indeferentes ao futuro negro que e garantido se as coisas nao mudarem.

Paulo Portas por conveniencia pessoal -- creio firmemente que deve estar a espera de ser convidado para uma "alianca" politica que lhe traga a ele e a alguns dos seus mais fieis seguidores no CDS-PP uns tachinhos bem remunerados "dentro da numenklatura" de um Governo P.S., ou, quem sabe -- mas muito pouco provavel -- P.S.D..

Desapontado com a rota politica seguida pelo C.D.S. e desencantado com o facto do P.N.R. -- auto-apelida-se de partido Nacionalista mas nao e ! -- demontrar clara e repetidamente nao passar de um ajuntamento de saudosistas acefalos de um Nazismo criado para satisfazer o nacionalismo de alguns sociopatas Teutonicos, continuo procurando um Partido Nacionalista que reflicta as minhas aspiracoes como portugues conservador e nacionalista nao germanofilo !

Creio finalmente ter encontrado a resposta no P.N.P. -- ainda em formacao -- partido que, se nao se afastar da sua posicao "suis generis" de partido moderado e abrangente -- Nacionalista "Made in Portugal" -- podera vir a aglutinar as dezenas de milhares de portugueses que nao tem encontrado satisfacao politica dentro da actual faixa de partidos a sua disposicao.

Renato Nunes
Carolina do Sul, EUA
 
Ref: BLOG Jose Maria Martins

Caro Manuel Abrantes:
Bom dia.
Desculpe-me utilizar este meio para o contactar mas quero alerta-lo para o seguinte:
1. Quando uso o "Link" do Estado Novo para visitar o 'Blog' acima referenciado....
2. Quando vou directamente ao 'Blog' acima referenciado....
TODO O SISTEMA DE COMUNICAO ( Linkage ) CONGELA.

Suspeito que haja "marosca" da parte das autoridades portuguesas ( Governo) no sentido de IMPEDIR ou bloquear as visitas aquele 'blog" que por vezes e bastante forte nas declaracos que faz acerca do P.S. e do Governo de Socrates.

Eu nao sei como, mas o meu amigo talvez consiga comunicar com o Dr. Martins e alerta-lo para o facto que aqui relato.
Avise-o que dos EUA tentamos em varios computadores acesso ao 'blog' dele e somos impedidos por um aparente "congelamento" total da imagem inicial -- do 'site' -- que aparece no ecran.

Tudo e possivel em electronica e sei que existe censura -- a sucapa -- em Portugal.
Um abraco do
Renato Nunes
carolina do Sul, EUA
 
Neste momento existem em Portugal apenas 16 partidos devidamente legalizados.
Pode ver-se a lista no sítio próprio:

http://www.tribunalconstitucional.pt/tc/partidos.html

Parece-me muito difícil que surja mais algum.
 
Tal como o Amigo Renato Nunes,há muitos outros que concordam connosco e dão-nos alento e encorajamento, embora não venham escrever nos blogs............no entanto tem havido um "boicote" tremendo por parte dos muitos chamadas de nacionalistas, não só com intrigas, mas levantando toda a espécie de difamções e acusações,que só quem vê e assiste, acredita.

No entanto o PNP vai para a frente e muito em brave será conhecido e bem conhecido na vida Política Portugesa, como o único partido que se interessa genuinamente primeiros e acima de tudo com os portugueses.............os outros não passam de:

1-primeiro estão os seus interesses. entram pobres e saem ricos.
2-depois os despiques entre eles, querendo invidenciar-se e mostrar quem sabe mais e quem se distingue mais nas suas retóricas que nada dizem.

3-e os que seguem utopias exarcebadas como os comunistas que não passam do mesmo. volta o disco e tcoa o mesmo.

4-e por fim os "germalóficos" que querem implantar um republica hitleriana em Portugal???????????
 
Há algum partido germanófilo em Portugal? Não sabia, mas ainda bem que informam os incautos. Agora, eu gostava de saber o que será um nacionalismo português puro, se a ideologia portuguesa, para falar em termos muito gerais, desde a fundação da nacionalidade tem recebido influências da Europa através de centros culturais como o de Santa Cruz e, ao contrário do que diz o mito, a periferia geográfica nunca significou periferia ideológica.
Com ou sem germanófilos, o importante é a unidade na acção e não arranjar desculpas esfarrapadas para não votar em determinado partido. Ah, e já agora preocupemo-nos com o que aí vem no Domingo e na Segunda-feira na Sic. Cheira-me que a mini-série sobre Salavar vai ser um chorrilho de aldrabices da pior espécie, destinado à difamação da vida e obra do estadista.
 
Em primeiro lugar, permitir-me-ia chamar a atenção dos frequentadores deste blog para o artigo anteontem publicado pela Dra. Susana Barbosa, primeira signatária do Partido da Liberdade, no Diário de Aveiro e seguidamente transcrito no seu blog “arestália”.

Realçaria, depois, os dois primeiros parágrafos, nos quais refere a tarefa hercúlea que é, hoje, criar um partido. Eu próprio, que acompanhei de perto todo o trabalho desenvolvido, estou bem longe de avaliar o que representou todo um ano de esforço contínuo e persistente.

Congratula-nos, todavia, uma coisa. O Partido da Liberdade vem, inequivocamente, marcar efectiva diferença no panorama político português.

A velha divisão entre “Esquerda” e “Direita” não tem hoje qualquer significado. Vive-se, globalmente, num mundo onde o capital financeiro é rei e senhor. E a política adapta-se, quantas vezes com facilidade demasiadamente suspeita, recusando-se a apresentar propostas que rompam a estrutura do sistema instituído, de molde a reduzi-lo à sua verdadeira dimensão de servidor do Homem e não de seu senhor.

Cá por casa, por pequena, mais o mal se nota. Não se extirpa o “cancro”, antes mitigam-se os efeitos, e geralmente mal. Nem os extremos do leque partidário apresentam propostas com a suficiente consistência que possam levar à alteração estrutural que, de facto, se justifica no estado actual das coisas. De um lado, dão-nos, de presente um socialismo que falhou e do outro, procuram-se culpados, para explicação de males e desculpas de incapacidade.

O Partido da Liberdade traz, consigo, a rotura que se impõe e que é a imprescindível necessidade de olharmos, em primeiro lugar para nós próprios de maneira a compreendermos que a sociedade humana é o objecto e a fim último da política, da economia, do desenvolvimento e do progresso. Não o lucro, nem a riqueza em si mesma, mas o Homem.

Importa, pois, que as populações, elas próprias, decidam o que deve ser feito no sentido do progresso da própria comunidade. E, de seguida, trabalharem afincadamente nesse sentido, fervorosamente alheias às proibições do capital ultra-radiacal e globalizante que vê o natural, o nacional e a identidade como obstáculos à sua ganância.

Esta é a verdadeira revolução que propomos. Tudo o mais é sistema e de sistema, para além de sabermos bem como funciona, já estamos fartos.

Para o Partido da Liberdade, levar o seu propósito avante é uma MISSÂO. Missão de oposição a um poder financeiro asfixiante e redutor, a um poder local apenas interessado em si próprio, a uma política que apenas pretende o poder o qual, uma vez conquistado, manterá a todo o custo. Mas, também, missão regeneradora dos Valores deste País.

J. Silva Pereira
Signatário do Partido da Liberdade
 
harms disse...
Há algum partido germanófilo em Portugal? Não sabia, mas ainda bem que informam os incautos. Agora, eu gostava de saber o que será um nacionalismo português puro.

Como o Harms bem sabe uma grande parte dos dirigentes e militantes do PNR é admiradora incondicional de Adolph Hitler e do III Reich. É por isso que o PNR é acusado de ser germanofilo. E mesmo os militantes do PNR que não são admiradores do III Reich são quase invariavelmente adeptos de um regime politico ditatorial. Rejeitam largamente a existencia de liberdade de expressão, o multipartidarismo, a liberdade de associação etc.
Aliás não são só os militantes do PNR que se opõe à existencia de liberdade de expressão e liberdade politica. A generalidade dos nacionalistas portugueses é tradicionalmente adepta de uma governação ditatorial.
O PL, julgo eu, quando fala em nacionalismo moderado, está-se a tentar demarcar de posições favoraveis à repressão politica e ao policiamento do pensamento muito em voga no nacionalismo português.
 
Mas convém que o PL explique o que seja esse nacionalismo moderado. Que é coisa que, para mim, não existe. Ou há nacionalismo ou não há. Quanto á questão da limitação do pensamento parece-me uma necessidade óbvia e não é preciso ser germanófilo para defender tal. Já Karl Popper refere na sua Open Society a necessidade de criar limites que defendam a tolerância. Embora o contexto seja diferente, naturalmente, não vejo que a limitação da difusão de certas ideias que promovem o relativismo moral, por exemplo, fosse negativa.
Agora, voltando ao início, independentemente dos germanófilos, italianófilos ou outros que por lá possam andar - a mim já me chamaram filo-sionista ou pró-sionista e ando lá, parece-me que o PNR é o único projecto credível, de momento, no espectro nacionalista. E merecia uma convergência de vontades.
 
«Quanto á questão da limitação do pensamento parece-me uma necessidade óbvia e não é preciso ser germanófilo para defender tal.»

Isto não são declarações de um homem livre. Ah, e gostava de ver se tivessem restringido a liberdade de experessão ao Popper a ver se ele continuava a achar que à «necessidade de criar limites que defendam a tolerância»
 
Olhe, caríssimo, vá ler a obra de Popper e depois aprenda a argumentar.
 
e é aSSim que se vê a força do PNR. (ironia)

em vez de convergência, aparecem sempre uns ilumidados que têm sempre razão.....ao menos poderiam aguentar até às eleições
 
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